05/06/2017

Oneshot Interativa: Fire M. Gasoline

| |

Sinopse: Ela tinha olhos intensos que ele jamais esqueceria, assim como a pele macia junto à sua, se perdendo em meio aos lençóis. O maravilhoso perfume que emanava dela ficara impregnado na cama, enquanto sua voz que se erguia em sons deliciosos ficaram gravados em sua mente. E o calor... Ah, o calor. Sorte a deles não estarem bêbados o suficiente para esquecerem o que acontece quando o fogo encontra gasolina.

Finalizada: capítulo único
Personagens: Justin Bieber, você.
Trailer: Fire Meet Gasoline | Oneshot Trailer

NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Shoujo (Romântico).
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo.

Aviso legal
personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Fire Meet Gasoline
 A boate ficava cada vez mais lotada, a música mais alta e todos mais bêbados. A atmosfera inebriante era ótima para eu esquecer todos os meus problemas. O meu trabalho de merda no escritório, o idiota que era meu chefe e minha estúpida ex-namorada eram as últimas coisas em minha mente depois do quinto ou sexto drink. Enquanto o álcool corria minhas veias, eu observava o mexer dos quadris de uma garota na pista de dança, aliás, muitos caras tinham parado para vê-la dançar, alguns inclusive acompanhados. Era envolvente, ela dançava despreocupada, sem pretensão alguma e mesmo assim, levava caras como eu à loucura. Mas eu não estava com vontade de ficar ali, sentado, olhando.
 Levantei-me e segui diretamente até ela, ignorando os esbarrões com casais que tinham a língua na garganta um do outro, bêbados amigáveis e outras garotas longe de serem tão atrativas como ela. Seu vestido justo e preto marcava bem suas curvas, expondo as costas nuas e eu queria desesperadamente correr minhas mãos por aquele corpo. Quando cheguei perto dela, seus movimentos ficaram mais lentos, os olhos como dois ímãs, atraindo os meus, brilhando sob as luzes fortes. Eu deliberadamente coloquei minha mão em sua cintura, puxando-a para mais perto. Estava pronto para deixá-la em paz se protestasse, mas em vez disso ela sorriu de forma atrevida e voltou a dançar, dessa vez comigo, para mim.
 Bad Bitch da Bebe Rhexa tocava ao fundo, enquanto seu quadril se chocava perfeitamente contra o meu. Ela era uma total desconhecida, me deixando cada vez mais fora de controle. O cheiro de shampoo e suor que emanava de seus cabelos era tão bom... Eu via vermelho, só queria tê-la. Ela se virou de costas para mim e desceu e subiu no ritmo da música, os braços ao redor de meu pescoço, minhas mãos correndo sua cintura e quadril, lentamente. Naquele momento, dançar não era bem o meu foco, eu não me contentaria com uma dança.
 Ela jogou os cabelos para o lado, deixando seu pescoço à minha mercê e minha boca pôde provar de sua pele. Minha língua traçando um caminho até o lóbulo de sua orelha. Ela estava tão perto, tão quente, tão pronta para o que eu quisesse propor... Eu não queria parar por ali. Eu precisava dela. Precisava daquele corpo quente incendiando o meu.
 — Isso está ficando lotado. O que acha de ir para outro lugar? — perguntei em seu ouvido e fiquei satisfeito ao ver os pelos de sua nuca se arrepiando.
 Ela se virou para mim e sorriu, agarrando minha mão e puxando-me para longe da pista. Não pude evitar a expressão um tanto convencida em meu rosto. Todos a estavam desejando, mas naquela noite, ela desejava a mim. Assim que deixamos a boate com sua música abafada para trás, a guiei para meu carro, meu coração batendo forte e rápido. Ela parou de andar à poucos metros do mesmo e quando me virei para ela para checar se algo estava errado, seus lábios se chocaram contra os meus. Sua língua imediatamente se enroscou com a minha enquanto ela me levava para mais perto pela nuca e eu a puxava para mim pela cintura. Eu estava sob seu encanto, hipnotizado.
 — Eu não deixaria nenhum outro cara me levar pra casa... — ela sussurrou, mirando o chão entre nós quando nos afastamos, como se estivesse preocupada com o que eu poderia pensar sobre ela e tudo o que corria minha mente naquele momento era o quão sexy ela conseguia ser fazendo qualquer coisa.
 Passei a mão por seus cabelos e acariciei seu rosto delicado, levemente maquiado, contornando seus lábios vermelhos com o polegar demoradamente.
 — E eu não levaria nenhuma outra garota para casa — respondi.
 Haviam várias outras lá dentro, mas nenhuma que despertasse meu interesse como ela.
 Continuei a guiá-la até o carro e abri a porta para que entrasse e assim que o fez, ocupei meu lugar no banco do motorista. Era uma curta viagem até o meu apartamento, mas eu estava ansioso, os minutos pareciam passar devagar. Dei a partida e o carro se movimentou, olhei-a de soslaio e a mesma prendia o lábio inferior entre os dentes. Eu queria morder-lhe o lábio e todas as outras partes do corpo. O que aquela garota tinha para me deixar tão primitivamente necessitado? Em meio ao meus pensamentos, senti sua mão acariciando minha coxa por cima do jeans, desde os joelhos até o meu membro já como rocha. Suspirei, a olhando brevemente e ela sorriu para mim, umedecendo os lábios.
 — Mantenha os olhos na estrada — ordenou e se soltou do cinto de segurança.
 Senti seus dedos de unhas pintadas de preto na braguilha da minha calça e era difícil, quase impossível, continuar olhando para a frente. Agilmente, o zíper foi deslizado e sua mão passou para a segunda camada de tecidos, liberando minha ereção. Um murmúrio abafado saiu de meus lábios quando sua mão ágil e delicada iniciou movimentos suaves e lentos em meu membro que foram aumentando gradativamente. Eu podia ver de canto de olho seu olhar intercalando entre o trabalho que fazia em mim e minha reação. Merda, eu poderia me desfazer à qualquer segundo sob seu toque... Alguns gemidos arrastados escaparam de minha garganta e ela pareceu gostar do som, pois logo apertou minha extensão com mais força e se inclinou para cercar a ponta com seus lábios quentes e macios, arrancando-me mais sons. Minhas pernas amoleceram e eu quase não tive forças para continuar acelerando, o carro derrapando na pista, enquanto eu lutava para permanecer no controle. Aos poucos, ela passou a chupar todo o meu comprimento, subindo e descendo devagar, enquanto sua língua me acarinhava. Abaixei o olhar e encontrei o seu e aquela visão parecia um delírio.Seus olhos lacrimejantes enquanto ela tinha tudo de mim...
 — Oh, meu Deus — minha voz soou entre gemidos enrouquecidos e eu tirei uma das mãos do volante para enganchar em seus cabelos e acelerar ainda mais seus movimentos.
 Antes que me desse conta, estava estocando sua boca, erguendo meus quadris enquanto fazia uma curva acentuada em direção ao meu bairro. Investi contra sua garganta uma, duas, três, incontáveis vezes, do jeito que eu queria, profundo. Meus olhos continuavam na estrada, mas eu estava entorpecido. Senti o comum formigamento e a pressão na barriga e então eu me liberei em sua boca, sentindo minhas pernas fraquejarem no mesmo instante em que paramos num semáforo. Vê-la beber de mim e não desperdiçar sequer uma gota me fez ficar duro quase que instantaneamente de novo. Eu queria foder mais que sua boca. Queria chegar logo. Ela se recompôs no banco, olhando para fora da janela como se nada tivesse acontecido, o que me fez morder o lábio com força. Ela não se esforçava para ser quente, ela simplesmente era.
 Com uma das mãos girei o volante quando o sinal abriu e com a outra coloquei meu membro ereto para dentro da calça novamente. Não demorou muito e estava estacionando o carro e saltando para fora, arrumando minha calça. Ela não me esperou abrir a porta, fez o mesmo, tão ansiosa quanto eu. Parecíamos adolescentes inconsequentes, agindo por extintos. Passamos pelo porteiro, que me cumprimentou e entramos no elevador. Um cubículo apertado, onde só nós nos encontrávamos.
 Agi sem sequer dar tempo ao meu cérebro para processar e tomei seus lábios num beijo ardente, enquanto minha mão puxou sua coxa à altura dos meus quadris, levantando um pouco seu vestido. Havia algo sobre elevadores que deixava as pessoas selvagens... Suas unhas fizeram uma trilha por minha nuca e eu apertei sua coxa, correndo meus dedos até onde queria. Afastei sua calcinha para o lado e toquei levemente sua parte encharcada com a ponta dos dedos, provocando um arfar pesado contra meus lábios. Girei meus dedos, a acarinhando, enquanto meus lábios passavam para seu pescoço, mas logo chegamos ao meu andar. A porta se abriu e nos recompusemos imediatamente. Um grupo de adolescentes esperava do lado de fora, com garrafas de bebidas em mãos. Planejavam ter uma boa madrugada, mas não tão boa quanto a nossa. Eles nos olharam sacanas e não devia ser difícil imaginar o que acontecia ali, estávamos ofegantes, os cabelos uma desordem e as roupas amarrotadas.
 Ignorei-os, passando diretamente por eles e a puxei pela mão até meu apartamento, me atrapalhando brevemente com as chaves, mas logo estávamos dentro, nos beijando como loucos, esbarrando em móveis e rindo aos sussurros. Meus dedos agilmente procuraram pelo zíper de seu vestido e assim que o encontrei, deslizei-o até que o mesmo caísse entre nós, revelando seus seios descobertos e uma calcinha da mesma cor do vestido. Foi minha vez de morder os lábios ao admirar aquela desconhecida semi-nua na minha sala de estar. Era engraçado pensar que horas antes eu estava reclamando da vida para o barman.
 Ela chutou os sapatos altos, assumindo uma estatura menor que a minha e eu tornei a segurar sua mão, me apressando em guiá-la para o meu quarto. Estava feliz por ter arrumado a cama naquela manhã de sexta-feira, antes de ir trabalhar. Soltei sua mão e a empurrei sobre cama, me apoiando em meus braços por cima dela. Minha boca logo encontrou a sua, enquanto minha língua a desbravava. Suas mãos pegaram a barra da minha camisa e a puxaram para fora de meu corpo, as unhas arranhando meu abdome e minhas costas. Me livrei dos meus sapatos e ela abriu minha calça com a mesma facilidade de antes, que deslizei por minhas pernas e tirei junto às meias. Estávamos empatados. Apenas duas peças finas de tecido nos impediam de ser um.
 Meus dedos deslizaram para a peça de renda delicada e se enrolaram nos cantos da mesma, puxando-a para baixo. Fitei seu rosto enquanto o fazia, procurando vestígios de constrangimento, mas não encontrei. Ela era tão segura de si, tão confiante, tudo o que aquela garota fazia era um tesão. Sem avisos, me posicionei entre suas penas e, erguendo seus quadris para mim, retribuí o que ela me fez no carro. Depositei leves beijos e mordidas na parte interna de suas coxas, lento e torturante para ambos, até que enfim chegasse ao ponto. Corri minha língua por toda sua entrada pulsante e quente, provando do seu sabor. Ela choramingou quando o fiz e mexeu-se para esfregar-se em meus lábios em busca de mais. Intercalando beijos e mordidas, eu a chupava com vontade, fazendo-a gemer arrastado. Apertei suas coxas, intensificando meus movimentos com a língua e seus gemidos ficavam cada vez mais altos. Era tarde, nós acordaríamos os vizinhos e eu não dava a mínima. Seu corpo deu espasmos, anunciando um orgasmo, enquanto ela se retorcia, então parei os movimentos, calmamente depositando seu corpo novamente na cama. Seus olhos faiscaram, suplicantes e eu sorri de canto, satisfeito. Me curvando sobre ela, mordisquei seus belos seios, um a um, deixando chupões pelo caminho. Provoquei seus mamilos, chupando, mordendo e contornando com a língua, ouvindo-a suspirar em meu ouvido. Meus dedos alcançam sua gruta molhada e fizeram movimentos rotatórios, enquanto ela gemia novamente, desfrutando da deliciosa sensação que lhe proporcionava.
 — Oh, por favor... — ela pede, manhosa e eu gosto da sensação de vê-la tão vulnerável.
 — O que você quer, meu bem? — pergunto e sua expressão necessitada responde por ela, mas eu queria ouví-la pedir.
 — Eu quero você dentro de mim.
 Não precisei de mais nada, apenas me estiquei até o criado-mudo e peguei uma embalagem prateada que rasguei no dente. Coloquei o preservativo e me posicionei entre suas pernas. Sem deixar de olhá-la nos olhos me afundei deliciosamente em seu corpo o mais lentamente possível. Suas mãos buscaram apoio em minhas costas e eu passei a me mover lentamente, enquanto o quarto era tomado por gemidos. Suas mãos em meu corpo, minhas mãos no corpo dela, queimando. Eu estocava cada vez mais rápido, nossas respirações se misturavam, contemplando a gloriosa sensação que nossos corpos nos proporcionam. Ela arqueia o corpo, sua pélvis buscando cada vez mais de mim e eu aperto sua cintura entocando mais forte, mais duro, escutando seus gritos. Sinto seu corpo enrijecer e gemo junto ela. Estávamos no ritmo mais perfeito possível.
 — Venha, babe. Dê-me tudo o que pode — sussurro.
 Um grito sai de sua garganta e alcançamos nosso ápice juntos, enquanto mordo a curvatura de seu pescoço desfazendo-me. Deixo-me tombar para o lado e ofegante, a trago para mim. Ela se deixa abraçar, deitando a cabeça em meu peito. Não dizemos nada, não nos movemos, apenas nos deixamos adormecer nos braços um do outro. Eu apenas me sentia completo e esperava que ela se sentisse da mesma forma.

 Meus olhos arderam quando os tentei abrir e eu grunhi, irritado ao perceber que a luz do sol entrava pela janela e batia indelicadamente em meu rosto. Suspirei, vencido e tentei me acostumar à claridade. Era manhã e eu teria mesmo que levantar em algum momento. A doce lembrança de minha acompanhante da noite passada me deu mais um incentivo para abrir os meus olhos, mas quando o fiz, não vi seu corpo junto ao meu. Eu estava sozinho em minha cama e ela nunca pareceu tão vazia.
 Vesti minha cueca que estava no chão e me apressei para a sala à sua procura. Nada. Nem sinal dela ou do vestido preto que eu tirara na noite anterior. Procurei por um bilhete, com seu número, mas não encontrei. Eu nunca mais a veria. Droga, eu nem sequer sabia seu nome! Eu não conseguia me lembrar de tê-lo perguntado. Eu queria que ela tivesse ficado, eu queria ter perguntado sobre ela. Talvez, se tivéssemos nos conhecido melhor, ela tivesse motivos para ficar e não escapar junto com o nascer do sol. Naquele momento, eu me perguntava se ela realmente estivera ali, ou tinha sido um devaneio...
 Afundei meus dedos em meus cabelos e andei em círculos pela sala. O que eu poderia fazer? Nada. E aquela sensação de impotência me deixou furioso. Caminhei até o meu quarto e ele tinha o cheiro de seu corpo. Não podia ter sido uma fantasia. Vencido, tomei um banho e me vesti com um moletom e uma regata, decidido a correr alguns quarteirões e deixar de pensar em algo que não deveria.
 Desci de escada, correndo e logo estava na rua. Não sabia as horas, mas devia ser bem cedo, pois não havia nenhum movimento. Corri, embalado pelo silêncio, engolido pelo vento frio, buscando apaziguar meus pensamentos e foi olhando para o horizonte que eu a vi. O vestido preto dera lugar à um short e um moletom que cobria-o quase inteiro e os cabelos que na noite anterior estavam soltos e rebeldes no meio de nossa excitação estavam presos num rabo-de-cavalo. Mas aqueles olhos, os olhos que agora estavam conectados com os meus... Eu reconheceria aqueles olhos em qualquer lugar, de qualquer modo, em qualquer situação. Aqueles olhos jamais abandonariam minha mente.
Alguns metros de distância, apenas, era o que nos separava. Estávamos estáticos, encarando um ao outro. Eu gostava da ideia de que ela estava ali para libertar sua mente de mim, assim como eu.
 Permanecemos parados por algum tempo, até que eu tomei a iniciativa e acabei com a distância entre nós com passos largos e a vi suspirar quando me aproximei. O que estou fazendo? eu me perguntava enquanto meus pés me levavam até ela. Parei à sua frente e ela me ofereceu um sorriso tímido, completamente diferente do lascivo de horas atrás, enquanto mirava os próprios pés e eu gostei disso. Era a mesma garota, mas eu estava conhecendo novos traços sobre ela e queria conhecê-la ainda mais.
 — Olá, acho que não nos apresentamos. Meu nome é Justin — disse e estiquei minha mão para ela, que apertou, rindo nasalado, me mostrando leves ruguinhas nos cantos dos olhos, o que eu achei adorável.
 — . — ela disse simples e era bom colocar um nome naquele lindo rosto. — É um prazer conhecer você.
甘い

N/A: Hello, sweeties. Eu não tive tempo de escrever Sapphire ainda, me desculpem. Sendo assim, como não queria deixá-los sem nada o fim de semana inteiro, lembrei de uma oneshot antiga que escrevi e resolvi trazê-la para vocês. Espero não tê-las assustado com minha dirty mind, haha! Se gostarem do formato, comentem e eu prometo trazer mais oneshots e talvez até uma long fic interativa. Por enquanto é isso, até mais. ♥ (P.S: Vejam o trailer, por favor. 15 segundos que eu demorei duas horas para fazer, ufa!)

2 comentários:

Não esqueça de deixar um comentário. Além de deixar a autora feliz, vai ajudá-la a saber se você está gostando ou não. Se achar algum link que não esteja funcionando nos avise.