15/11/2015

All Yours: Capítulo 14 - But I Love You

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"Então se acostume comigo chegando todo dia, acostume comigo por perto só para ver seu rosto. Não vai existir momento em que eu não vá precisar do seus braços. Acostume-se comigo te tocando, acostume-se comigo te amando, oh, acostume-se." (Get Used To It - Justin Bieber)

Durante todo o caminho eu me mantive imersa nos meus pensamentos e por isso eu só reparei que não iríamos para o estúdio quando o carro parou em frente a um restaurante de comida japonesa e Justin desceu do carro sem falar nada. Continuei no mesmo lugar onde estava antes e pude observar duas garotas animadas paradas em frente ao restaurante, com seus celulares em mãos. Elas ficaram ali durante todo o tempo que Justin ficou dentro do restaurante e quando ele saiu elas se desmancharam em lágrimas enquanto iam ao seu encontro. Eles se abraçaram, tiraram fotos e conversaram durante alguns segundos. Durante todo esse tempo eu mantive meu olhar fixo neles.
Isso tudo era tão surreal, todo esse carinho que essas garotas tinham por ele. Elas nem ao menos o conheciam, como podiam amá-lo tanto? Mesmo depois dele ter errado tanto, depois de ter as decepcionado tantas vezes, elas continuavam ali por ele, dedicando suas vidas a uma pessoa que talvez elas nunca conheceriam de verdade. Era um amor lindo, mas eu nunca conseguiria entender.
- Segura aí. - Justin falou colocando a sacola no meu colo, logo após adentrar o carro, o que me fez desviar o meu olhar das garotas para ele.
- Mudança de planos? - Perguntei e ele assentiu com a cabeça.
- Vamos fazer algo que vá te animar mais. - Falou.
- Justin... eu não quero te atrapalhar. Eu entendo o quanto terminar esse álbum é importante.
- Você também é importante. Eu estou trabalhando o dia todo, não vai fazer mal se eu interromper a gravação pra ficar com você. - Sorri, passando a olhar para a estrada. Eu nunca saberei o que eu fiz para merecer alguém como ele. - E o seu pai? - Perguntou.
- O que tem ele?
- Ele falou algo sobre mim?
- Por que ele falaria? - Disse virando meu olhar para ele.
- Talvez porque nós estamos saindo?
- Ele falou sobre você só quando a gente começou a se aproximar. Pra falar a verdade tem alguns dias que não falo com meu pai.
- E por que não? Você tem que aproveitar a presença dele enquanto ele está por perto. Eu sei que ele quase nunca vem pra LA.
- Sim, eu sei, mas é que a faculdade e uma certa celebridade tem ocupado muito meu tempo. - Ele riu.
- A celebridade tem ficado cada dia mais dependente de você. - Ele me olhou rapidamente sorrindo, me fazendo sorrir também. Entrelacei minha mão na dele, que estava apoiada na sua perna, e ele sorriu mais uma vez, apertando a minha mão.
- Você já parou pra pensar no quão louca é a rapidez que nós nos aproximamos?
- Sim, eu sempre penso nisso. Você acredita em destino? Eu acredito e acho que nós somos destinados um ao outro. Você vai ter que me aturar por muito tempo ainda.
- Acho que posso suportar esse sacrifício. - Ele riu.
- Não vai ser fácil pra mim também. - Ia respondê-lo, mas seu celular começou a tocar, então ele apertou algum botão no volante do carro que atendeu a ligação e colocou no viva-voz.

"- Justin, onde você está? Já era pra estar aqui! - Uma voz masculina desconhecida por mim falou do outro lado da linha.
  - Eu não vou gravar mais hoje.
  - Como assim não vai? Está todo mundo aqui te esperando.
  - Josh, minha garota precisa de mim agora. Me desculpa, cara. Amanhã a gente continua.
  - Beleza." E então a ligação foi finalizada, enquanto eu tentava não sorrir com aquele "minha garota".

- Justin...
- Não precisa se preocupar, ok? Está tudo bem. - Ele falou apertando minha mão novamente.
- É só que eu não quero te prejudicar.
- E você não vai. Eu prometo. - Assenti, passando a olhar pra frente novamente.
Alguns poucos minutos depois nós chegamos no meu prédio, o que eu estranhei, já que nós sempre íamos para a casa do Justin, mas não falei nada. Justin colocou o carro na garagem do prédio e nós subimos para o meu apartamento, que ficava no sétimo andar.
- Quais são seus planos pra noite? - Perguntei, jogando minha bolsa em um dos sofás, observando Justin caminhar em direção à cozinha. O segui.
- Comer, assistir algo na televisão e conversar. - Falou colocando a sacola do restaurante em cima da mesa e retirando as coisas de dentro dela. - Você tem algo para bebermos? Esqueci de comprar.
- Acho que tem cerveja ainda.
- Perfeito.
- Enquanto você arruma aí eu vou tomar banho, ok? - Justin assentiu e eu fui para o banheiro, onde tomei um banho rápido, e depois fui para o quarto. Coloquei uma roupa confortável e sequei o cabelo. Ao ir pra sala, me deparei com Justin sentado no sofá, bebendo cerveja e mexendo no celular. Ele só me notou quando eu sentei ao seu lado.
- Até que fim, estava quase indo ver se você estava bem. - Ri.
- Estava secando o cabelo. Por que não ligou a televisão? - Falei pegando uma garrafa de cerveja que estava em cima da mesinha de centro.
- Eu estava escrevendo umas ideias que tive pra uma futura música.
- Posso ler? - Ele assentiu.
- É só alguns versos. - Falou me entregando o celular com o aplicativo de notas na tela.

"Reflecting on the days when we used to be just friends"
(Refletindo sobre os dias quando costumávamos ser só amigos)
"Now this is out our hands, our love is here to stay"
(Agora isso está nas nossas mãos, nosso amor está aqui para ficar)
"So get used to me checking in all day"
(Então se acostume comigo chegando todos os dias)
"Get used to me falling through just to see your face"
(Acostume comigo por perto só para ver seu rosto)

- Eu gostei. Acho que dará uma ótima música. - Falei entregando o celular de volta pra ele.
- Sim, eu já tenho as ideias na minha cabeça, eu só preciso transformá-las em versos. - Ele disse digitando mais algumas coisas. - O que você acha de "there ain't a day I won't need you"? ("não vai existir um dia que eu não vá precisar de você")
- Não vai rimar. Deixa eu ler mais uma vez. - Falei puxando o celular pra mim. Li o que ele já tinha escrito umas duas vezes, então reformulei a frase que ele tinha dito antes. - Que tal "there ain't a moment I won't need your brace"? (não vai existir um momento que eu não vou precisar dos seus braços) - Ele abriu um sorriso enorme.
- Isso! - Falou digitando o que eu tinha escrito. - "Get used to me touching you, get used to me loving you" (acostume-se comigo te tocando, acostume-se comigo te amando) - Falou enquanto digitava.
- "Get used to it" (acostume-se) - Falei e ele sorriu mais uma vez enquanto escrevia.
- Não sabia que você era boa em compor.
- Nem eu sabia. - Ele riu.
- Se essa música entrar pro álbum te darei os créditos de compositora. - Falou guardando o celular no bolso.
- Se você não der eu cobrarei. - Ele riu.
- Eu deixei a comida na cozinha, vou buscar. - Assenti. Enquanto Justin ia até a cozinha eu aproveitei para olhar meu celular e havia uma mensagem do meu pai dizendo que estava com saudades de mim, o que me fez sentir mal. Não era justo eu ficar tantos dias sem procurá-lo.
- Acho que amanhã vou faltar as primeiras aulas na faculdade pra fazer algo com o meu pai. - Falei assim que Justin voltou.
- Por que não faz algo com ele a noite? - Ele disse colocando a comida em cima da mesinha de centro e logo após sentando no chão.
- A gente poderia comer na mesa da cozinha, Justin. - Sugeri.
- Não, assim é menos formal. - Ri, sentando ao seu lado, ambos encostados no sofá.
- Eu poderia fazer algo com ele a noite, mas eu vou pro estúdio com você, esqueceu? - Falei pegando os hashis e começando a comer.
- Você pode ir outro dia, Liv. Logo seu pai vai voltar pra New Jersey e sabe-se lá quando ele volta aqui. Eu não quero atrapalhar sua relação com ele. - Justin falou colocando um sushi cheio de molho dentro da boca.
- Obrigada. - Falei e ele me olhou com aquela cara de confusão que ele fazia às vezes. - Por ser tão compreensível. - Justin sorriu, se aproximando e me dando um breve selinho.
Após isso nós ficamos em silêncio durante alguns segundos, então Justin decidiu falar.
- Nós deveríamos vim pra sua casa mais vezes ao invés da minha. - Passei a olhá-lo.
- Sério que gosta de ficar aqui? Não tem nada demais.
- E é por isso que eu gosto tanto daqui. Parece mais com um lar, sabe? Minha casa é muito grande, eu me sinto muito sozinho lá.
- Faz sentido. Por que não compra uma casa menor? - Falei bebendo um pouco da minha cerveja.
- E ter paparazzis em cada janela da minha casa? Não daria certo. - Disse. - Eu estou pensando em devolver a casa e ficar em hotéis. Bem menos solitário. E além do mais, agora eu posso vim pra cá sempre que me sentir sozinho, certo? - Falou sorrindo e eu ri.
- Mi casa, su casa. - Ele riu. - Se depender de mim você não vai mais se sentir sozinho. - Falei aproximando meu rosto do seu e juntando nossos lábios. Justin me envolveu nos seus braços, nos aproximando mais, e sua língua adentrou a minha boca, me causando um arrepio. Era assim toda vez que nós nos beijávamos de uma forma mais intensa. Eu amava demais esse homem.

[...]

- Abre a boca! - Justin gritou logo antes de jogar um sushi na minha cara e então começou a rir como se aquilo fosse a coisa mais engraçada do mundo.
- Sua vez! - Gritei e joguei uns três de uma vez, fazendo ele me olhar incrédulo e eu começar a rir.
- Três de uma vez foi injusto. - Ele disse rindo.
- Não foi não. Injusto é essa sujeira que a gente fez. - Falei recolhendo um bolinho de arroz que estava no chão. Tinha comida espalhada pela sala toda.
- Pop stars não limpam. - Ele falou se jogando no sofá e eu ri irônica.
- Que engraçado. Pode levantando daí. - O puxei pela mão e ele sentou no sofá.
- Sério mesmo?
- Sim. - Falei. - Leva as coisas pra cozinha que eu vou buscar uma vassoura pra varrer isso aqui. - Ele assentiu, mesmo que de má vontade, e eu fui até a área de serviço, onde peguei a vassoura e voltei pra sala pra varrer a sujeita. Depois de tudo limpo ali, eu voltei pra cozinha e Justin estava terminando de lavar a louça.
- Não creio. - Falei o abraçando por trás e ele riu.
- Eu sou uma pessoa muito útil.
- Estou vendo. Não precisava ter lavado. - Disse pegando o pano de prato para começar a secar a louça.
- Eu quis te ajudar. Foi bom pra me lembrar de como se fazia isso. - Ri.
- Até que não é difícil, né?
- Difícil não é, mas eu prefiro não fazer. - Ri novamente.
- Infelizmente nem todo mundo tem uma fortuna igual a sua.
- Então a gente faz assim. - Ele disse fechando a torneira e puxando o pano de prato da minha mão pra secar a mão. - Como nós somos destinados um ao outro, teremos que nos casar, certo? Aí você não vai precisar mais fazer isso. - Ele me puxou pela cintura para perto de si. - O que você acha? - Ri.
- Nem pensar. Se você casar comigo vai ter que me ajudar a limpar a casa toda. Nada de empregada. - Dei um selinho nele e me afastei, voltando a secar a louça. Ele encostou no balcão da cozinha com os braços cruzados e ficou me observando enquanto eu terminava.
- Sério que não vai querer empregada? Tarefas domésticas são chatas.
- Sério. Como meus filhos saberão o valor das coisas se eles terão tudo de mão beijada?
- Se eles ficarem mimados a gente põe eles pra adoção.
- Justin! - Ele riu. - Que coisa horrível.
- É, foi meio ruim mesmo. Então a gente pode colocar eles pra fazerem os serviços de casa enquanto a gente assiste televisão. - Ri.
- Você será um ótimo pai.
- Eu sei que serei. - Falou. - Vou ficar lá na sala enquanto você termina, tá? - Assenti e ele saiu da cozinha.
Não havia muita louça, então eu terminei bem rápido. Voltei pra sala, vendo Justin deitado no sofá mexendo no celular e pulei em cima dele, fazendo ele soltar um gemido de dor.
- Seus ossos me feriram. - Ri.
- Desculpa. Está escrevendo de novo? - Perguntei.
- Não, estou vendo o feed do Instagram.
- Falando em Instagram, aquela foto nossa que você postou me rendeu muitos seguidores.
- Eu vi! E você nunca postou uma foto.
- Se continuar assim eu vou ter mais seguidores que você. - Ele riu.
- Claro que vai. - Ri e após isso nós ficamos em silêncio. Minha cabeça estava apoiada no peito de Justin e eu podia ouvir seu coração batendo. Era bom estar perto assim dele, me transmitia paz. O mundo poderia estar acabando, mas Justin sempre conseguia me acalmar, me fazer esquecer todos os problemas. Era só ele sorrir que tudo ficava melhor.
- Me desculpa por hoje mais cedo. - Falei e pude sentir que ele fixou seu olhar em mim.
- Pelo quê?
- Por ter agido feito uma adolescente mimada com a minha mãe. Você não precisava ter presenciado aquilo. - Ele bloqueou a tela do celular e o jogou em cima da mesinha de centro.
- Você não precisa se desculpar. Eu entendo que você não estava preparada pra receber aquela notícia. - Ele falou me envolvendo nos seus braços.
- Não estava mesmo. Eu nunca imaginei que isso aconteceria. - Justin continuou em silêncio para que eu continuasse falando. - Depois que ela e meu pai se separaram eu sofri muito, sabe? Era difícil ir pra escola e ver meus amigos com suas famílias perfeitas, enquanto eu tinha que ver minha mãe com o amante e ao mesmo tempo ver o meu pai cada dia mais pra baixo. Tudo o que eu queria era a minha família de volta, mas como você poder ver isso nunca aconteceu. E agora ela vem com essa notícia de que está grávida... eu não pude me controlar porque ela está tendo aquilo que ela tirou de mim: a família, a coisa mais importante que eu tinha. - Justin ficou em silêncio após isso, provavelmente pensando no que falar.
- Quando meu pai casou pela segunda vez eu também fiquei bem chateado. Quando nós somos jovens e temos pais separados, nós sempre temos aquela esperança de que eles voltem, então quando meu pai me deu a notícia eu fiquei dias sem falar com ele. Era tão difícil pra mim, eu não conseguia aceitar que meu pai iria construir uma família com outra mulher. Mas no final de tudo eu vi o quanto todos estavam felizes, até mesmo minha mãe estava feliz por ele, então por que eu estava tão chateado? Meu pai só estava tentando achar a felicidade dele, eu deveria estar feliz também. - Ele deu uma pausa antes de continuar. - Eu sei que a minha história é bem diferente da sua, mas o que eu quero dizer é que você não deve ficar brava pela felicidade da sua mãe. Eu sei que no passado ela não fez as melhores decisões, que ela poderia ter se separado do jeito certo, mas as pessoas não são perfeitas, elas sempre vão cometer erros e isso é algo que nós não podemos mudar.
- Você conseguiu me atingir profundamente. - Falei sentindo que iria chorar a qualquer momento e Justin deu um beijo no topo da minha cabeça. Ele e meu pai eram as únicas pessoas com as quais eu já falei tão abertamente sobre o meu passado. Eu confiava em Justin de uma forma surpreendente e isso me preocupava de certa forma porque eu não sabia como eu reagiria se algum dia ele quebrasse essa confiança.
- Eu só não quero que você sofra mais por causa disso. Eu sei que você não conseguirá ficar bem com sua mãe da noite por dia, mas por favor, dê o seu melhor. Você vai ver como a vida vai parecer mais fácil depois. - Eu fiquei em silêncio pensando em tudo o que ele me disse e no quanto ele estava certo. Como ele conseguia sempre ter a coisa certa pra dizer?
- Obrigada, Justin. - Falei me apoiando no meu braço para que pudesse olhar em seus olhos. - Eu sei que já falei obrigada pra você várias vezes, mas é que você sempre faz eu me sentir melhor, sempre tem os melhores conselhos, eu não sei como consegui viver todo esse tempo sem te conhecer. - Ele riu. - Obrigada de verdade, tá? Eu acho que nunca conseguirei retribuir tudo que você faz por mim. - Justin sorriu me puxando para cima dele e me apertando em um abraço.
- Só continue sendo você mesma. Minha vida é muito difícil e desde que você entrou nela, tudo pareceu se iluminar, você me deu um motivo pra querer levantar da cama todos os dias e viver a melhor vida que eu puder. Talvez você pense que eu que fiz a diferença na sua vida, mas é porque você não sabe como eu mudei pra melhor depois de te conhecer. Você é o meu anjo, Liv. - Quando ele terminou de falar eu já tinha algumas lágrimas escorrendo pelo meu rosto e um sorriso enorme que não se desmanchou nem quando eu juntei meus lábios ao de Justin dando início a um beijo repleto de sentimentos. A cada momento que eu passava com Justin eu tinha mais certeza ainda de que aquela paixão toda que eu sentia por ele estava se transformando em algo mais forte, algo que eu nunca senti antes, mas que eu estava adorando.
A medida que o beijo foi esquentando, Justin nos virou, ficando por cima de mim. Suas mãos deslizavam por cada centímetro do meu corpo, deixando uma sensação de calor por onde elas passavam. Nós separamos nossos lábios para que eu pudesse retirar a camiseta de Justin e nesse momento ele sorriu pra mim, antes de me puxar pela mão para que eu pudesse levantar. Justin me pegou no colo, de forma que eu tinha as minhas pernas envolta de sua cintura, nos dando um contato mais íntimo, e então fomos para o quarto, onde ele me colocou delicadamente na cama. Ele deslizou seus lábios pelo meu pescoço antes de distribuir beijos echupões por aquela área, então se afastou para retirar minha camiseta.
Ao olhar para meus seios ele mordeu os lábios, o que o deixou extremamente sexy, e eu o puxei para que pudesse beijá-lo mais uma vez. Justin retirou meu sutiã e então afastou seu rosto do meu, levando sua boca até meus seios, me fazendo arfar. Ele parecia saber cada movimento que precisava fazer para me deixar louca.
Após alguns segundos eu nos virei na cama, ficando por cima dele e fazendo ele sorrir maliciosamente. Óbvio que ele já sabia o que eu iria fazer e por isso tinha uma cara tão feliz. Retirei sua calça e já pude ver o quanto ele estava animadinho. Ao encostar minha boca em seu pênis, ele arfou, mas eu quis brincar um pouquinho então fiz os movimentos mais lentos que eu consegui, o deixando impaciente.
- Não faz isso. - Ele disse quase sussurrando. Eu estava enlouquecendo-o e estava amando isso. Fui aumentando a velocidade gradativamente e Justin já tinha mordido tanto seu lábio inferior que ele estava vermelho, então decidi que era hora de parar, o que fez ele me olhar decepcionado.
- Vamos logo ao que interessa. - Falei, o fazendo rir.
Justin nos virou na cama mais uma vez e usou suas mãos para retirar meu short e a minha calcinha. No momento em que sua língua encostou na minha vagina, eu arfei e enquanto ele foi aumentando a velocidade, eu fui apertando o lençol da cama com cada vez mais força. Pouco antes de chegar ao meu ápice, Justin parou e sorriu.
- Só dando o troco. - Falou ao ver que eu olhei com raiva pra ele, me fazendo revirar os olhos. Ele então se posicionou em cima de mim novamente e me beijou mais uma vez antes de me penetrar. Nós dois gememos ao mesmo tempo e conforme a velocidade foi aumentando os gemidos foram ficando mais altos e mais intensos. Minhas unhas faziam caminhos pelas costas de Justin que eu sabia que deixariam marcas e nós nos beijávamos tanto que nossos lábios já deviam estar vermelhos.

[...]

Após chegarmos ao ápice, o corpo de Justin caiu mole em cima do meu e ele tinha sua respiração descompassada, assim como a minha. Nós ficamos assim por um momento, então ele se jogou no espaço livre ao meu lado e então puxou o cobertor, cobrindo nossos corpos.
- Acho que essa foi a melhor. - Ele meio que sussurrou, ainda sem ter recuperado o fôlego, e eu ri.
- A primeira foi bem boa também. - Falei virando meu corpo em sua direção, de modo que eu pudesse olhá-lo.
- Todas foram boas. Nós dois juntos somos ótimos nesse negócio de sexo. - Disse, me fazendo rir e corar um pouquinho. Ficamos em silêncio após isso, apenas nos fitando. Eu não conseguia parar de pensar o quanto eu era sortuda. - Liv? - Justin me chamou após todo esse silêncio e eu continuei o olhando, esperando ele falar. - Eu sei que é meio cedo pra dizer isso, mas eu te amo.



Postei em duas semanas kasdjkncdkjdkj acho que foi um recorde! Hahahahah Sei que não é tão pouco tempo assim, mas pra quem fica três meses sem postar, duas semanas é como se fosse dois dias hahahaha
E aí galera, como vocês estão? Quais são as novidades?
É incrível como em tão pouco tempo tanta coisa pode acontecer, né? Quando eu postei a última vez eu achava que faltava uma eternidade pra Purpose ser lançado e olha só agora, estamos ouvindo o melhor álbum do século ahahaha Desde o dia 13 eu não consigo parar de ouvir esse álbum, fica tocando o dia todo, eu até vou dormir ouvindo ele. Eu estou apaixonada por todas as músicas, sem exceção. Estava aqui escrevendo quais as que eu gostei mais e quando vi já tinha escrito quase todas as músicas do álbum ahahah E vocês? Estão assim também? Qual sua música favorita?
A turnêêêê gente! Eu nunca imaginava que nós íamos ter as datas assim tão rápido, sério! Eu imaginava que o Justin só ia divulgar a turnê no ano que vem, mas não, eu tô feliz demais! Pra ficar mais feliz só ele anunciando as datas do Brasil, o que eu espero que não demore.
E gente, eu to tirando minha carteira de motorista! To fazendo as aulas há uma semana e to me sentindo super adulta e velha! Hahahahahaha Mas to muito feliz porque não vou mais ficar dependendo do meu pai ficar me levando nos lugares, posso pedir o carro dele emprestado e ir. Agora só falta ter dinheiro pra comprar meu próprio carro, né? haha
Nossa, eu tô feliz demais com essa volta do Justin, meu coração parece que vai sair pela boca KKKKK
Mas enfim, eu ia escrever só uma mensagenzinha pra vocês mas quase escrevi uma fanfic nova né? Vou indo. Me digam aí nos comentários o que vocês acharam desse capítulo. Eu amei, achei que ficou bonitinho e eu escrevi ele tão rápido que até me surpreendi. Espero que gostem também. Obrigada por lerem, vocês são demais <3
Até o próximo capítulo! ;*

Divulgando:
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