30/06/2014

Recado da Bia

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Olá gente!
Fiquei tanto tempo sem entrar aqui que eu fico até com vergonha de voltar '-'
A última vez que eu postei aqui foi dia primeiro de março (aniversário do Justin, btw) e depois de quatro meses aqui estou eu de novo *u*
Para as leitoras novas que não sabe quem sou eu, sou a Beatriz (ou como as leitoras me chamam: Bia), a dona do blog que escreve In Love With My Brother.
Vou explicar minha situação pra vocês: eu estou cursando o último ano do ensino médio e fazendo curso de elétrica a tarde toda, ou seja, eu saio de casa 6 horas da manhã e só volto 18:30, então não consigo escrever nada. No começo eu até conseguia levar porque não estava tão cansada, mas depois tudo ficou muito cansativo e eu deixei o blog de lado. Computador pra mim tem sido uma coisa rara (sem exageros).
Agora que estou de férias da escola (nada de férias do curso :c) eu to tentando postar nem que seja um capítulo pra vocês, porque não é justo eu abandonar a fic. Também estou escrevendo uma fic nova que não tem nome ainda, mas só vou postar quando tiver escrito muita coisa.
Agora voltando a falar de ILWMB, eu vou adiantar a fic toda porque preciso terminar ela logo, então não se surpreendam se tudo acontecer muito rápido ou se a fic acabar muito rápido. Eu não sei o que vai acontecer ainda.
Espero que me entendam e se tiver alguma leitora que se lembre de mim, me desculpe por sumir. Eu nunca quis deixar vocês ansiosas :c

Only Best Friends Second Season: Capítulo 22 - Chubby

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Justin Bieber P.O.V
Apenas um raio de luz, fez com que eu acordasse. Com um olho aberto, eu levantei minha cabeça e observei cada detalhe do quarto onde eu me encontrava. Tombei minha cabeça para trás e soltou todo o ar que eu não percebi que prendia.
Olhei para o lado e sorri o encarar as costas nua de Katherine, o lençol estava preso embaixo de seu braço e a mesma respirava lentamente. Com as pontas dos meus dedos, desenhei linhas imaginarias em suas costas e ri fraquinho quando Kath se arrepiou. Aproximei-me dela e a abracei por trás, acariciei sua barriga e dei beijinhos em seu ombro para acorda-la.
Kath resmungou algo, mas entrelaçou seus dedos em minha mão.
- Bom dia – sussurrei em seu ouvido e ela sorriu ainda com os olhos fechados
- Bom dia amor! – mordisquei o lóbulo de sua orelha e distribui beijos por toda sua bochecha, ate Katherine virar o rosto e encostar seus lábios nos meus, sorri com isso. Apertei mais seu corpo contra o meu e ficamos em silencio. Um longo e gostoso silencio.

Katherine Collins P.O.V
Enquanto eu sentia os carinhos de Justin alternados em minha barriga e em minha mão, sua respiração batia contra o meu pescoço fazendo com que eu me arrepiasse. Com os olhos fechados, eu só pensava em como era bom ficar assim com Justin, apenas nós dois sem se importar com o que acontecia lá fora.
- Amor? – ele perguntou rouco depois de um longo tempo em silencio, eu sentia seus dedos acariciando meu dedo anelar, em especial.
- Hum? – respondi ainda com os olhos fechados. Justin ficou mais algum tempo sem nada responder, respirou fundo e apertou minha mão.
- E-eu... eu queria te perguntar uma coisa
- Pode falar – abri meus olhos e abaixei o olhar para nossas mãos entrelaçadas
- Casa comigo? – ele soltou de uma vez, respirando fundo em seguida. Minha boca permanecia aberta em surpresa, eu não esperava por isso, Justin havia me surpreendido. Quer dizer, eu imaginava que uma hora ou outra ele faria um pedido, mas estava em minha mente que ele fizesse algo muito romântico para o momento, como da primeira vez. Então ele me pegou desprevenida.
Acho que não havia jeito melhor.
- Digo, de novo? – ele completou. Virei para ele e sorri entre algumas lagrimas que se formava. Justin estava com as sobrancelhas juntas e com um pequeno bico em sua boca – Eu quero olhar para minha mão esquerda e ver um anel ali, eu me sinto vazio sem um, e agora eu quero mais que tudo ter você como minha esposa de novo – funguei e ri fraquinho. Escondi meu rosto em seu pescoço e apertei sua cintura com meus braços.

Flashback On/
- [...] Olha Kath, eu não quero ficar enrolando com isso, então eu vou ser rápido - ele sorriu torto - Eu te amo muito e quero que você só seja minha então... - ele passou seu polegar em minha bochecha e se virou para as pessoas - Katherine quer namorar comigo?
~*~
- Amoooor! – falei sorrindo
- Deixe eu colocar em você – ele pegou uma das alianças e colocou em meu dedo – Daqui alguns dias fazemos dois meses de namoro, não é mesmo? Coloca em mim – ele falou olhando em meus olhos, o abracei forte e beijei sua bochecha.
- Eu te amo – falei e lhe dei diversos selinhos
- Eu também te amo – peguei a outra aliança e coloquei em seu dedo. Justin segurou minha mão e depositou um beijo em cima do anel, depois levantou seu olhar para mim e sorriu lindamente. Ri e o abracei forte
~*~
- Esta preparado? – perguntei, com a minha atenção voltado ao Brian.
- Para que? – Justin perguntou observando cada movimento meu.
- Para a nossa nova vida. Papai e mamãe - limpei Brian; peguei outra frauda o vesti e depois coloquei uma roupa limpa no pequenino.
- Eu nasci preparado – Justin falou seu achando e eu neguei rindo. Senti os braços de Justin por minha cintura e beijei seus lábios delicadamente – Agora somos uma família!
~*~
- Eu não acredito – sussurrei.
A parede inteira estava branca, a não ser pelas duas palavras escritas de preto, com aquela caligrafia que eu sempre reconheceria. A caligrafia de Justin.
“Casa comigo?”
Virei-me para Justin e soltei uma risada nervosa.
- Você esta brincando não é? – perguntei chorosa
- Jamais brincaria com isso. É o meu maior sonho – ele falou sorrindo
- Eu te amo!
Flashback Off/

- O mundo inteiro poderia dizer que eu sou a pessoa mais idiota, se não aceitasse – falei sentada na cama e enrolada no lençol de um motel. Sorri enquanto brincava com meus dedos – Você é o homem da minha vida Justin – continuei e por fim não consegui impedir o oceano escorrer de meus olhos – E mesmo depois de tudo o que eu sofri em suas mãos, eu continuo a dizer que você é o homem da minha vida.
Engatinhei ate ele e segurei seu rosto entre minhas mãos, limpei as lagrimas que escorriam de seus olhos e sorri grandemente.
- Eu aceito ser sua esposa de novo, Bieber!
Justin mordeu o lábio inferior e enrugou a testa, segurou meu queixo e o puxou para poder selar nossos lábios. Sua língua adentrou minha boca vergonhosamente e eu sorri com isso, nós nos beijamos demoradamente e apaixonadamente.
Uma vez com o corpo de Justin por cima de mim, ele sorriu lindamente e roçou nossos narizes.
- Espero que você esteja muito preparada para ser a senhorita Bieber, novamente – ri dele e lhe dei um selinho. Justin fechou os olhos e sorriu enquanto eu acariciava sua bochecha com meu dedão, ele fez um bico novamente e eu ri.
- Vamos tomar um banho? Nós temos que pegar nosso bebe na casa da sua mãe – Justin abriu os olhos e assentiu, antes de se levantar ele apertou minhas bochechas e isso fez com que um bico se formasse em meus lábios
- Amo você – me deu um selinho longo e em seguida puxou-me pelo braço andando em direção ao banheiro.
Depois de quase uma hora no chuveiro, nada alem de um banho bem tomado, nós saímos, nos secamos ali mesmo enquanto conversávamos naturalmente, escovamos os dentes e em seguida Justin se vestiu.
Eu fiquei observando-o ate ele parar, arquear a sobrancelha e perguntar o que eu tinha, então eu sorri falsamente, segurei minha toalha com mais firmeza e peguei o pedaço de pano que um dia eu chamei de vestido.
- Acho que vou ter que ir de toalha – Justin abriu a boca diversas vezes e por fim suspirou alto
- Estou começando a achar que não foi uma boa ideia ser tão selvagem assim – revirei os olhos rindo e ele mordeu os lábios, parecendo pensar – Tá legal, o que vamos fazer?
- Bom, eu posso correr ate o carro e depois...
- DE JEITO NENHUM! – Justin gritou e eu dei um pulo de susto – Mulher minha não vai sair de toalha de um motel, de forma alguma!
- Nossa! – falei alto – Tem esse detalhe também, será que tem algum paparazzi lá na frente?
- Até parece que nenhum homem levou uma mulher em um motel – Justin deu de ombros enquanto desabotoava a camisa que há pouco segundos ele havia colocado.
- O que você esta fazendo? – perguntei arqueando a sobrancelha
- Vista – ele estendeu sua camisa e eu o olhei confusa – Faça com as garotas de um filme, um vestido com a blusa do namorado – Justin caminhou ate mim, vesti sua blusa, e ele amarrou as mangas envolta do meu pescoço
- Ate que ficou bonitinho – admirei o meu visual e soltei uma risada – Só nós mesmo, hein Bieber?
Justin sorriu e deu de ombros, pegou todos os seus pertences e me encarou com os olhos brilhando.
- Vamos? – assenti sem dizer nada, joguei o pano/vestido no lixo do banheiro e peguei os meus saltos. Entrelacei minha mão na mão de Justin e por fim saímos do quarto. De um motel. Depois de uma noite e tanto com ele.
Senti minhas bochechas ganharem um tom avermelhado e prendi meu lábio inferior entre os dentes.
- Por que você esta corada? – Justin perguntou destravando o carro e abrindo a porta, entramos no carro em sincronia. Joguei meu sapato no banco de trás, abri o vidro e liguei o radio.
- Tem noção do quanto eu estou dolorida – falei e Justin sorriu malicioso. Paramos na portaria e o atendente acenou com a cabeça, antes de abrir o portão e dizer
- Volte sempre!
Justin riu fraco e arqueou a sobrancelha enquanto me encarava.
- Com certeza, né amor? - escondi meu rosto em minhas mãos de tanta vergonha
- Você é um idiota!
- A-ham – ele negou e acelerou quando já estávamos na pista – Eu sou o cara que te comeu de todos os jeitos, noite passada – abri a boca incrédula e Justin gargalhou quando eu dei socos em seu ombro e barriga.
- Que palavreado! – berrei e ele riu mais ainda – Galinha! Meu Deus,o que eu fui arranjar!
- Ah para, eu sei que você gosta... ate parece que não rola nenhum pensamento pervertido quando me vê apenas de cueca
- NÃO! – gritei mentindo e ele revirou os olhos, com um sorriso vitorioso em seus lábios.
- Seu não esta mais para sim hoje. Mas, oh, para, pensa e me responda.
- O que?
- Não foi bom? – Justin me olhou rapidamente e riu quando me viu pensando.
- É... ate que não foi ruim – respondi sorrindo e assentindo com a cabeça. Bieber gargalhou, apoio seu cotovelo na janela e o rosto em sua mão, negando em seguida
- Senhor, você é mais safada do que eu imaginei – revirei os olhos e aumentei o som quando Only Girl começou a tocar – Essa musica é velha!
- Desde quando musica tem validade? – perguntei irônica. Justin parou em um semáforo e se virou para mim, arqueou a sobrancelha e antes que ele pudesse dizer alguma coisa, eu aproximei minha boca de seu ouvido e cantei um pedaço da musica;
Only girl in the world
(Única garota no mundo)
Like I'm the only one that's in command
(Como se eu fosse a única no comando)
Cuz I'm the only one who understands
(Pois eu sou a única que entende)
How to make you feel like a man
(Como fazer você se sentir como um homem)
- Gosto quando você canta sussurrando, em meu ouvido – ele disse esbarrando nossos lábios, dei uma leve mordida ali e sorri me afastando.
- Você gosta de tudo em mim Bieber – Justin me olhou com tédio e fez com uma cara do tipo “convencida” – O sinal abriu!
[...]
- COMO É? – Pattie e Chloe gritaram juntas, sorri sapeca e juntei minhas mãos.
- É isso aí, ex barra atual sogra – dei risada de mim mesma e continue sorrindo – Eu estou grávida!
- E quando você prendia nos contar isso, sua desnaturada – Chloe exclamou revoltada e eu dei de ombros.
- Depois que eu e Justin assumíssemos que havíamos voltado
Pattie arqueou a sobrancelha e eu soube que ela estava chateada, eu odiava vê-la assim.
- Quando vocês voltaram?
- Desde o dia das mães – murmurei
- Desde o dia das... isso faz a quanto tempo? Quase um mês? Katherine! – ela disse incrédula
- Me perdoe Pattie, eu só não queria precipitar as coisas.
- E nos contar seria precipitar, poxa, eu esperava ser a primeira, a saber. Você não imagina o quanto eu sonhava em ver você e o Justin juntos, de novo.
- Desculpa – sussurrei encarando ela nos olhos, eu estava repleta de arrependimento.
- De quantos meses você esta? – Chloe perguntou e eu sorri fraco
- Três meses e alguns dias.
- Você já sente alguma coisa? – neguei e mordi os lábios voltando minha atenção á minha sogra
- Pattie, me desculpe... eu – ela assentiu sem nada a dizer e caminhou ate a cozinha. Suspirei alto e passei as mãos pelo meu rosto, caminhei ate a sala e sorri ao ver Brian brincando com Jessie e Justin sentado no sofá observando os dois – Oi meu amorzinho – ajoelhei perto do meu filho e o abracei forte – Como você esta?
- To bem! – ele sorriu e beijou minha bochecha
- Oi meu outro amozinho
- Oi tia Kath – Jessie disse rindo e eu dei um beijo em sua bochecha
- Do que vocês estão brincando? – perguntei sentando-me ao lado de Justin
- A gente deu um jeito de juntar os meus carrinhos com as bonecas da Jessie, mãe – Bry falou com os olhos brilhando e eu sorri – E ah, essa aqui é nossa casa – ele apontou para uma casinha rosa de Barbie e depois riu -, esse é eu – apontou para um dos seus inúmeros bonecos estranho e depois para uma das Barbie – E essa é a Jessie e...
- Essa daqui é nossa filhinha, tia Kath – suspirei encantada e assentiu vendo ambos voltarem a atenção para a brincadeira.
Olhei para Justin e falei baixo
- Me dê um help? – ele assentiu e eu continuei – Sua mãe esta chateada com nós
- Por quê?
- Porque nós escondemos que havíamos voltado e que eu estou grávida – Justin suspirou e se levantou em um pulo, estendeu sua mão e me puxou para cozinha. Pattie procurava alguma coisa na geladeira e se assustou quando nos viu parado na porta do cômodo, ela suspirou e caminhou ate o balcão pousando uma vasilha em cima da mesma.
- Mãe? – Justin a chamou e Pattie o olhou – Mãe, para com isso!
- Isso o que?
- Poxa nós estamos tão felizes – Justin disse puxando minha cintura e me abraçando pela cintura -, não fique bravo com a gente. Ninguém, alem do Brian sabia, então não precisa ficar triste okay?
Pattie suspirou e segurou não mão de Justin e na minha
- É que depois de tantas tentativas – ela começou -, eu achei que seria impossível ver isso de novo – falou se referindo a mim e Justin – E eu achei que vocês falariam para mim no mesmo segundo quando e se voltassem, mas eu vejo agora que isso só diz a respeito de vocês dois. Não tem nada a ver comigo.
- Não diga isso, senhora dramática – falei brincando e ela riu fraco – Você foi importante também, acho que falou muito no ouvido do Justin todos esses dias
- E como – Justin murmurou e nós rimos
- Então... mais um neto é? – ela perguntou passando a mão sobre minha barriga, sorri e assenti observando sua mão.
- Uma neta, mãe – revirei os olhos – Sophie Collins Bieber!

Semanas depois...
- Mais eu queria tantooooo um sorvete de pistache – falei fazendo um bico no final da frase. Brian e Justin bufou juntos e caminharem juntos ate a cozinha, sorri lambendo os lábios e zapiei pelos canais ate achar algo interessante.
Ao notar que passava Marley e Eu, meus olhos se encheram de lagrima e eu solucei no mesmo instante. Céus, como eu estava emotiva! Mudei o canal novamente e parei em um que falava sobre o filme que eu fiz.
“- Não, mais em particular – disse uma das apresentadoras – Eu achei o filme interessante e...
- Interessante por ser quase um filme pornô?
- Claro que não! A historia fala muito sobre a vida real
- Ah pelo amor Char, eu não achei legal esse papel de Katherine, eu tinha uma visão boba e extremamente fofa de Collins.
- E você se deixou levar por um papel que ela fez? – Char, a apresentadora perguntou ao então convidado da casa, um critico! – Eu não acho que isso seja o certo, Greg. Nós sabemos o quão Katherine Collins é maravilhosa, e olha, mesmo se fosse alguém que tivesse um... como posso dizer, uma base de fãs somente dela, por que a maioria dos “fãs” de Kath é Beliebers, não seria errado. Vamos imaginar a... Carly Rae no lugar de Collins, a Carly tem também uma imagem de mulher fofa, e mesmo se ela fizesse um papel de prostituta continuaria sendo ela mesma.
- Você tem razão, Char! – disse outra mulher, ate então calada - Como critico Greg, você não tem que confundir papeis. Vejamos a Beyoncé, ela é casada e tem uma filha, mas isso não impede dela fazer vídeo-clipes mais “assanhados” e nem por isso ela suja o papel de mãe e esposa perfeita. Agora se você prefere confundir os papeis, por conta de não gostar de Katherine e Justin Bieber estarem juntos de novo, para poder falar o quanto irresponsável ele é com suas atitudes de um homem solteiro, nós não podemos fazer nada. Bieber é falado a todo instante na mídia, ele fazendo ou não coisas ruins, e todos deveríamos ficar felizes vendo o quão certo ele esta agora, cuidando tanto de Katherine como do filhinho deles, Brian”
- MEU DEUS! – berrei gargalhando ­– ISSO VAI DAR O QUE FALAR!
Justin, que eu não tinha percebido ao meu lado, riu assentindo e me entregando o pote de sorvete.
- Tinha aqui em casa? – perguntei o encarando
- Yep, tinha um pote fechado, nem me lembrava que tinha comprado – ele olhou para o saco de Doritos e sorriu taradamente – Eu amo essa delicia aqui!
Revirei os olhos e comecei a devorar o pote que tinha em minhas mãos. Ao escutar um barulho de flash, paralisei e olhei para Brian que olhava algo no seu mais novo iPhone. Isso mesmo, Justin fez questão de comprar um celular para o seu filho de SEIS ANOS!
- Pestinha, o que você ta fotografando ai? – Bieber perguntou e Bry sorriu sapeca
- Olha! – ele nos mostrou o celular. A mais nova foto de Jatherine, postada no Instagram do meu filho, não bastava só ter comprado um celular, não é mesmo?
A foto estava editada com um efeito claro e de legenda Brian colocou apenas um coração, já que ainda não sabia escrever direito. Sorte a minha que Naomi estava o ensinando, desde pequeno Bry teve aulas em casa e eu pretendia mudar isso ano que vem, já que o mesmo entraria na primeira serie.
Eu e Justin parecíamos dois adolescentes, se não fosse pela minha barriguinha de quase cinco meses. E de falar de barriguinha, o sexo do bebe havia sido descoberto essa semana, e como o esperado; sim era uma menina. Brian nunca gritou tanto, ele havia ficado realmente feliz em ter uma irmãzinha.
- Paaaaiê – Bry falou se jogando na poltrona da sala – Nós podemos ir no boliche hoje?
Justin gargalhou alto e tanto eu como Brian o encaramos sem entender nada.
- Filho, acho que seria um pouco impossível
- Por que?
- Imagina a sua mãe confundindo a bola com a barriga dela – engasguei com o sorvete e encarei Justin incrédula, ele riu e se afastou correndo já prevendo que eu daria um murro em seu belo rosto.
Brian prendia o riso e eu me segurava para não massacrar aquele pestinha também.
- Brincadeirinha amor, você sabe que eu te amo!
- Ah agora você me ama né seu babaca – taquei uma almofada em sua direção, mas ele desviou – Mas para falar da minha barriga você não pensa duas vezes né? Nossa amor, eu estou tão gorda assim?
- É brincadeira meu anjo – ele se aproximou de mim e passou seus braços pela minha cintura – Você fica linda desse jeito, esperando uma filha minha – arquei a sobrancelha e ele continuou – Linda okay? Maravilhosamente linda!
Ele me deu um selinho rápido e colocou uma mecha do meu cabelo para trás.
- Minha gordinha linda! – ele disse e uma gargalhada alta explodiu de sua garganta, correu em direção a cozinha e depois de uns segundos em silencio, ele gritou – Eu gosto de você gordinha amor! Você fica fofa e... gordinha!

- Vá se ferrar Justin Bieber! Vá se ferrar – gritei e só pude escutar ele gargalhar de novo.

E aí lindas do meu core? Preciso que vocês respondem algo para mim, eu estava pensando em daqui uns dois capítulo passar alguns anos, ate o Brian e a Sophie ficarem grandes, para falar como os dois são e como o Justin e a Kath continuam, o que acham? Mais antes disso, eu quero escrever como o Justin ficará na gravidez da Kath já que na primeira, eu pulei cinco anos. Mais enfim, o que acham? Eu queria fazer algo assim então me digam ai okay?
E Manu Santos, bate aqui colegaa o/ Eu sou apaixonada pela nossa seleção, tipo todos os jogadores mas claro que eu tenho os meus prefs né? Booom eu sou gamadona no Oscar, ele é lindo demaaaais, o HULK com certeza, ele com toda aquela abundância que meu pai!!O David Luiz, o Willian, o Bernard oooh baixinho bonitinho não? E claro o Neymar, bom mais só como jogador sabe? 
Aah e gente, eu excluí o meu antigo blog, mas fiz outro recentemente. Ele tem apenas uma oneshot, mas eu vou postar Broken lá tbm, logo que eu acabar OBF aqui, então quem quiser continuar acompanhando minhas fics, da um olhada lá e segue tbm okaaay? http://gotobieberlandia.blogspot.com.br/
Okay okay! É isso e ate a próxima pessoas!  

28/06/2014

Envie sua fanfic: Dirty Places

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Essa fanfic é da Gabriella e ela tem 17 anos. O blog dela é esse: http://odeiodiarios.blogspot.com.br/ e esse é o twitter @skylinebiebs. Espero que gostem :)


Desci as escadas do prédio correndo enquanto ainda ouvia os gritos enfurecidos da minha mãe.
- Não vá Emily, não vá – abri a porta do hall de entrada do prédio percebendo os passos dela atrás de mim. – Ele nunca te fará feliz naquele lugar imundo. - parei na porta de saída observando ela se debulhar em lágrimas.
- Eu o amo e é tudo o que importa pra mim! – gritei.
Assim que ela ameaçou voltar a correr, cruzei a enorme de saída do prédio me chocando com a chuva forte que caía nas ruas. Corri quadras e quadras me encharcando na chuva para não ter perigo de ser seguida. Parei no ponto de ônibus mais próximo e me sentei por alguns instantes. Minha mochila encharcada parecia ter o dobro do seu peso e as minhas roupas não pareciam diferentes.
O ônibus que passava nos lugares mais sujos da cidade apareceu e eu embarquei indo ao encontro dele. Depois de um longo percurso saltei na minha parada. A chuva ainda não cessara e havia algumas quadras para andar. Aprontei a mochila nas costas e fui com meus passos rápidos e ágeis costurando as ruas. O visual sujo e assustador daquela vizinhança era mais evidente nos dias de chuva, homens mal encarados e vadias seminuas surgiam por todos os lados. Parei em frente a um prédio, particularmente igual aos outros, mas julgando pelas dezenas de vezes que já vim até aqui, não me confundiria. Me arrastei pelas escadas até chegar aos terceiro andar e apertei a campainha do vigésimo terceiro apartamento. A tranca foi girada e a porta aberta dando a viso do meu anjo. Me joguei em seus braços o abraçando forte. O calor do corpo quente dele no meu gelado foi um choque térmico.
- O que você esta fazendo aqui? – perguntou preocupado  e se afastou a ponto de poder olhar nos meus olhos.
- Ela disse que enquanto eu morasse sobre o mesmo teto que ela nós nunca ficaríamos juntos. – seu polegar direito passou suavemente pela minha bochecha limpando uma lágrima que escorria.
- Ela nunca vai nos separar – segurou meu queixo levantando meu rosto. – Acredite em mim.
- Eu acredito – respondi sentindo meus joelhos fraquejarem por alguns segundos.
- Você tomou um belo banho de chuva – ele riu enquanto me pegava no colo e fazia o trajeto até o seu quarto me deixando em cima da sua cama. – Troca de roupa que eu te esperar na cozinha – deu um selinho estalado nos meus lábios e saiu.

Justin P.D.V.
Mais uma vez aquela velha mal amada tentava me separar da Emy. Que diabo ela tem contra mim? Será que apenas pelo fato de eu não ser um mauricinho engomado ou não morar em uma mansão de luxo ela acha que eu não sou bom o suficiente para a filha dela? Se for por isso ela ta bem enganada. Essa menina é tudo pra mim.
Enchi duas canecas com chocolate quente e as deixei em cima da mesa da cozinha logo sentando.
Ela surgiu na porta vestida numa camiseta minha. Seu cabelo molhado, seu rosto sem maquiagem e suas lindas pernas a mostra a deixavam sexy ao ponto de eu me pegar mordendo os lábios imaginando ela cavalgar em ima de mim.
- Não tem problema pegar uma camiseta sua né? – estiquei o braço a chamando pra sentar no meu colo.
- Claro que não, vai ser mais fácil de tirar - ela riu passando o braço pelo meu ombro e se sentando.
- Sempre cheio de segundas intenções.
- Sempre – depositei um beijo em seu pescoço sentindo  o seu corpo enrijecer enquanto tomava um gole do chocolate quente.
- Justin! – ela choramingou quando afundei meu rosto na dobra do seu pescoço beijando, mordiscando e arrancando alguns gemidos dela.

Emy P.D.V.
Por Deus! Só com o toque dos lábios dele no meu pescoço senti minha intimidade se inundar em excitação. Que poder é esse que ele tem sobre mim.
Larguei o copo de chocolate na mesa e me concentrei em trazer os lábios dele para perto dos meus. Sua língua deslizava sobre a minha com movimentos precisos, suas mãos massageavam a lateral do meu corpo. Me apressei mudando de posição e me sentando de frente no colo dele. Puxei a barra da sua camisa tendo a sua ajuda para tirá-la. Aquela vontade de tê-lo dentro de mim me dominava mais do que qualquer outra coisa na vida. Afundei meu rosto no seu pescoço sentindo o seu cheiro que me causava cócegas nas regiões mais baixas. Suas mãos entraram dentro da camiseta apertando meus seios sem sutiã, quanto mais enrijecidos os meus bicos ficavam mais ele massageava. Seu membro começava a crescer entre as roupas e a roçar na minha intimidade. Foi inevitável segurar meus movimentos de vai e vem no seu colo. Ele gemeu baixinho no meu ouvido puxando a camiseta e me deixando apenas de calcinha. Sentir seus lábios quentes e carnudos mordiscando o bico do meu seio me fazia ter espasmos constantes. Passei a mão pelos seus cabelos até firmá-la e conseguir trazer a boca dele até a minha. E mais uma vez eu podia sentir o seu gosto brincando na minha boca. Passei a mão pelo seu peitoral malhado até chegar ao cós da sua calça e enfiei a mão agarrando deu membro já ereto. Podia sentir suas veias pulsando, comecei movimentos leves indo pra cima e pra baixo percebendo Justin relaxar com as caricias. Como era bom poder tocá-lo. Sua mão surgiu por cima da minha tirando-a de lá e a levando até a minha intimidade, a acariciando por cima da calcinha. A mão era a minha, mas os movimentos eram dele. Num movimento brusco ele levantou segurando as minhas pernas com uma mão e com a outra ele derrubou tudo o que estava em cima da mesa. Se debruçou sobre mim massageando meus seios com uma certa voracidade, a cada segundo eu sentia minha intimidade se inundando cada vez mais. De repente ele parou me olhando nos olhos e um sorriso maroto surgiu em seus lábios. Ele recuou tirando sua calça de moletom e voltou a se aproximar abrindo as minhas pernas. Seus dedos quentes tocaram a minha intimidade por cima da calcinha e logo a afastaram. Dois entraram facilmente enquanto o seu polegar massageava a entrada. Meu corpo se contorcia de prazer em cima da mesa e ele apenas me observava com aquele sorriso vitorioso, ele tinha o controle de cada pedaço do meu corpo. Os movimentos foram se intensificando, cada vez que ele entrava eu podia sentir o meu corpo tremer. Quando percebeu que eu estava chegando lá ele parou rindo de mim.
- Já disse o quão sexy você fica quando ta excitada. – sussurrou se debruçando sobre mim. Depois de um longo beijo eu o empurrei fazendo com que caísse sentado na cadeira. Desci da mesa me ajoelhando na altura da sua cintura, ele foi ágil e tirou o único pano que me impedia de ver o meu querido brinquedinho. Mordi os lábios imaginando aquela coisa enorme dentro de mim. Sem pensar muito eu o abocanhei, chupando, mamando, massageando e passando a língua na cabeça assim como eu sei que ele gosta. Segurei com uma das mãos massageando e vez ou outra dando umas sugadas. Voltei a “mama-lo” aumentando a velocidade até sentir uma de suas mãos segurar o meu cabelo e diminuir a velocidade.
- Calma amor, vai devagar – murmurou controlando os movimentos.
Assim que ele soltou meus cabelos levantei o rosto vendo a expressão relaxada dele. Não era hora de fazer meu homem gozar. Voltei a atacar seus lábios me sentando no seu colo, seu membro roçava na minha intimidade como quem pedia permissão para entrar. Me livrei da calcinha e levei minha mão até ele o preparando para entrar, mas Justin me impediu.
- Não, aqui não – protestou levantando comigo no colo.
- Eu não posso esperar pra ter você dentro de mim – choraminguei enquanto ele chegava no quarto e me colocava na cama.
- E não vai babe, não vai – antes que eu pudesse dizer qualquer outra coisa, ele me penetrou sem medo fazendo a cama balançar. Suas entocadas fundas e precisas, o barulho das nossas peles se chocando e os nossos gemidos dominaram o lugar. O seu membro deslizava facilmente dentro de mim, me causando delírios de excitação. Cravei minhas unhas nas suas costas sentindo mordiscadas no meu pescoço. A cada segundo ele ia mais rápido, fazendo tudo a nossa volta balançar. Num segundo de distração troquei a posição ficando por cima dele. Apoiei os joelhos no colchão e me encaixei no seu membro subindo e descendo bem devagar, sentido cada centímetro dele na minha intimidade. Recebi um tapa estalado na bunda e aumentei os movimentos cavalgando em cima dele, a cada tapa estalado que levava sentia mais vontade de continuar. Eu estava prestes ao chegar ao meu limite, minha vagina mastigava famintamente o membro dele. Parei por alguns segundos rebolando calmamente.
- Cansou? – perguntou ofegante.
- Não – beijei seus lábios – mesmo.
Saí de seu colo e fiz um oral rápido e caprichado no seu membro que mais parecia uma pedra de tão duro. Fui pega de surpresa e colocada de quatro. Apoiei os dois braços na janela que estava embaçada pela chuva forte. Senti uma língua quente na minha entrada dando longas e fortes lambidas, se não tivesse segurando sem dúvida alguma tinha caído com a fraqueza das minhas pernas. Seus movimentos eram precisos e estavam acabando comigo, aquela língua deslizando dentro de mim me levava à loucura.
Ele juntou o seu corpo no meu ficando com os lábios na altura do meu ouvido.
- Goza pra mim vai amor, goza pra mim – ele passou a pincelar o seu membro na minha entrada até eu não aguentar mais e deixar meu liquido escorrer pelas minhas pernas. Quando pensei que ele tivesse acabado ele me penetrou passando a mão na minha cintura e me segurando. Cada vez mais rápido entrando e saindo num ritmo impressionante.
- Como você é gostosa, eu adoro quando você age assim feito uma vadia – ele sussurrava no meu ouvido –minha vadia. É assim que o papai gosta.
Senti outro tapa forte e não hesitei em soltar o tão desejado gemido dele, ele me segurou mais forte entocando fundo. Um raio cruzou os céus iluminando o quarto. O meu corpo balançava freneticamente pra frente e pra trás acompanhada por ele, meus gemidos saiam como o de uma cadela no cio que ficava cada segundo mais louca ouvindo seu macho murmurar safadezas no se ouvido.
- Eu quero foder todinha, como é bom sentir você toda apertadinha.
- Justin, Justin – prestes a chegar no meu ponto eu não consegui segurar a vontade de gritar o nome dele.
- Vai, goza vai – ele envolveu meus seios os massageando. E numa fração de segundos eu senti minha intimidade mastigar o membro dele que começava pulsar e jorrar o seu liquido de mim, seguido por espasmos fortes por todo o meu corpo. Ouvi um gemido alto vindo de Justin. E deixei meu corpo desfalecer na cama. Justin saiu de cima de mim deitando e me puxando pra descansar no seu peito.
- Eu já disse o quanto eu amo transar com você? – disse me arrancando um sorriso.
- Já, dezenas de vezes. – ele riu me abraçando forte.
Tomou meus lábios num beijo demorado e calmo. Levei minha mão até o seu membro acariciando, ele fez o mesmo tocando a minha intimidade. Não era as preliminares para o próximo round, era apenas uma deliciosa troca de carícias. Depois de alguns minutos nós simplesmente apagamos caindo num sono profundo.
[...]
Zumbido de sirene, batidas em portas. Que diabos esta acontecendo? Perguntei a mim mesma enquanto abria os olhos via e o que acontecia pela janela. Já era noite e uma viatura estava abordando pessoas do prédio vizinho. Cocei o olhos e enxerguei uma mulher, não só uma mulher: A MINHA MÃE!
- Justin! – o sacudi desesperadamente. – Justin!
Ele abriu os olhos me fitando sem entender o que acontecia.
- O que foi? A casa ta pegando fogo? – ele riu se sentando na cama.
- Ela veio atrás de mim.
- Ela quem? – perguntou num bocejo.
- A minha mãe, ela vai me levar – disse me desesperando.  Ele pulou da cama meio tonto olhando pro lados. – O que você vai fazer?
- Te tirar daqui, eu te disse que ela não nos separaria e ela não vai. – ele parou na minha frente beijando a minha testa. – Se veste e pega as suas coisas.
Me vesti o mais rápido que pude, peguei a minha mochila úmida e algumas peças de roupa que eu tinha no armário do Justin.
- Mais rápido Emy – Justin parecia uma pilha de nervos com uma mochila nas costas.
- Pronto! – exclamei tirando a mochila de cima da cama.
- Tem certeza que pegou tudo?
- Tenho.
- Vamos – ele segurou minha mão e caminhamos até a porta, mas antes de nos aproximarmos batidas fortes começaram na mesma. – Droga! – ele sussurrou dando passos pra trás.
- A janela! – pensei rápido recebendo um olhar encorajador dele. Corri pra janela da cozinha a mais próxima do local onde o carro dele estava estacionado. Abri a janela e joguei as mochilas, ele foi logo em seguida.
- Pula! – gritou de braços abertos me esperando.
No mesmo instante a porta foi arrombada e pude ouvir ela chamar meu nome desesperadamente. Sem pensar muito eu pulei caindo quase que de cara no chão. Não havia mais o que pensar eu tinha feito a minha escolha. Entramos no carro jogando as coisas no bando de trás. Ele girou a chave e me fitou por alguns segundos.
- É isso que você quer? – perguntou hesitante.
- Com toda as minhas forças – respondi segura e recebi o sorriso mais lindo do mundo. Se antes eu tinha certeza de que ficar com ele era a coisa certa, agora eu tenho mais ainda.
Pisou fundo no acelerador, cantando pneu entre aquelas ruas sujas.
- Pronta pra viver? – perguntou virando em alta velocidade numa esquina.
- AGORA! – gritei pela janela assim que vi que entravamos na alto estrada.
E esse seria o meu primeiro passo aos lugares sujos das cidades. Mas quem se importa? Eu tenho a ele e ele tem a mim: E isso é tudo!

Notas finas da autora: Essa fanfic foi escrita por mim no final do ano passado, eu participei de um concurso de fanfic hot e ganhei. Espero que gostem, e claro deixem seu comentário e pahs rsrs. 
Bieberkisses

23/06/2014

Only Best Friends Second Season: Capítulo 21 - On fire

31 comentários: | |

Katherine Collins P.O.V
- Vejo que o casalzinho sem sal voltou – Amanda disse e ao terminar a frase fez bico, como se tal coisa a incomodasse – Acho que tooooodo o nosso plano não funcionou Connorzinho!
Apertei a mão de Justin o máximo que consegui e comprimi os lábios.
- O que você quer dizer com isso Amanda? – Justin perguntou se pondo em minha frente, Connor sorriu com a sua atitude e abraçou Amanda pela cintura, aquela cena me casou um nojo imenso. Ali estavam as duas pessoas que destruíram a minha vida.
- Ah Justin – ela suspirou e riu em seguida -, antes de tudo que tal irmos para um lugar mais reservado hein? – trinquei os dentes e fechei os olhos respirando fundo – Calma Kath, não pense coisas precipitadas – ela e Connor riu – Que tal irmos nós quatro – ela frisou ­– lá fora hum? Será maravilhoso ver a sua reação sobre o que temos a te contar.
Justin me olhou como se perguntasse sobre o que eu achava, mesmo receosa em ouvir o que aquela naja e aquele desgraçado do Connor tinham a dizer, eu estava curiosa.
- O que foi? Esta com medo de eu pular em cima dele novamente Katherine? – Amanda disse debochada, eu apenas a olhei entediada e revirei os olhos. Justin segurou minha mão com mais firmeza e assentiu para os dois que estavam a nossa gente. Connor sorriu de canto e se virou puxando Amanda consigo, nós dois os seguimos ate uma área onde o som não atingia muito.
Fiquei atrás de Justin, como se ele pudesse me proteger dos olhares nada discretos de Connor. Mesmo depois de tantos anos, eu ainda sentia um medo absurdo de ficar perto dele.
Amanda pegou uma taça de vinho e se sentou no sofá que tinha ali, ela cruzou as pernas e deu um longo gole em sua bebida. Mesmo que a musica ainda podia ser ouvida de onde estávamos, um silencio incomodo se estabelecia entre todos que estavam ali.
Não por muito tempo, já que Connor o quebrou.
- Eu esperei tanto por isso Mandy – ele disse com a voz rouca e grossa – Por que não conta logo a esses dois, o real motivo de estarmos aqui hein?
- Okay amor, okay! – Amanda disse revirando os olhos
- Um minuto – falei incrédula -, eu ouvi direito? Vocês dois...vocês dois estão juntos? – fiz careta ao notar o quanto isso soava ridiculamente ridículo. Amanda e Connor? Duas pessoas tão podres e sujas, claro, eram perfeitos um para o outro.
- Ate que a loira não é tão loira assim! – arqueei a sobrancelha e ela fez um gesto banal de indiferença – Pois bem, vou contar a minha emocionante historia á vocês dois.
Connor riu com a sua ceninha ridícula.
- Eu nunca planejei dar em cima de você Justin, que fiquei claro desde já – ela sorriu de canto – Quando eu recebi uma ligação de um de nossos amigos antigos com a noticia de que teria um reencontro na Califórnia, eu fiquei super animada, não só por que iria te ver novamente, mas eu queria colocar o papo em dia com algumas meninas que eu um dia considerei serem minhas melhores amigas. Enfim, eu estava animada. Eu tinha em mente de te ver e te dar um abraço de urso – ela riu alto e revirou os olhos -, conversar contigo e contar todas as coisas que aconteceu em minha vida.
Bufei revirando os olhos. Eu não acredito que estava ouvindo aquilo.
Justin encarava Amanda seriamente e Connor olhava para o nada como se já soubesse aquela historia babaca de trás para frente.
- Mas quando eu te vi Bieber – ela continuou com um sorriso malicioso – CA-RA-LHO você me deixou excitada, devo confessar. Só que você não estava sozinho, claro, isso nunca foi um problema para mim, eu sabia que você já estava casado e com um filhinho lindo. Mas cara, Katherine sempre roubou meu lugar, isso era tão obvio – ela disse alto e extremamente puta – Essa garota ocupava sua vida vinte e cinco horas por dia, ela... JUSTIN você dava mais atenção a ela do que a mim. E EU ERA A SUA NAMORADA.
Justin interrompeu o discurso de Amanda, com uma risada histérica e extremamente forçada.
- FALA SÉRIO PORRA! – ele gritou ainda rindo – Eu não acredito que estou ouvindo isso, Amanda pelo amor de Deus – ele passou as mãos pelo rosto e riu incrédulo – Escuta uma coisa querida, eu e Katherine estávamos casados a cinco anos. CINCO ANOS Amanda, você acha mesmo que eu iria trocar a vida perfeita que eu tinha ao lado dessa mulher para reviver uma coisa do passado, eu nem se quer me lembrava de você, caralho.
- Sabe o que eu acho Justin? Que você fala demais, sim, você fala pra cassete. Você por acaso se lembra que nós quase transamos? Claro, se não fosse NOVAMENTE pela lindinha da Katherine atrapalhar.
- Amanda – Justin falou com os olhos fechados, ele sorriu sarcástico e negou com a cabeça -, você é uma vadia, cara, e o que te torna ainda mais vadia é que você sabe disso.
- Eu não estou entendendo uma coisa – interrompi os dois, Connor levantou os olhos para mim e sorriu como se soubesse o que eu iria dizer – O que ele tem haver com tudo isso? – Amanda então sorriu e seus olhos brilharam.
- Aí é a minha parte predileta – ela bateu palminhas e riu – Eu e Connor nos conhecemos no dia em que eu cheguei na Califórnia e céus eu nunca acreditei em amor á primeira vista, ate conhecer ele. Katherine, eu não sei como você o ignorava tanto – revirei os olhos – Ele é tão lindo, tão fofo e muito bom de cama. Nós conversamos por hora e por fim descobrimos que tinha “amigos” em comum. Eu falei sobre todo o ódio que sentia por você e ele sobre o ódio que sentia por Justin...
Amanda começou a contar toda historia e eu a olhava sem acreditar. Como podia existir uma pessoa tão escrota como ela? Como que eu consegui me dar bem um dia com ela? Como eu ajudei o Justin a conquista-la e como eu não percebi todo esse ódio e essa falsidade que ela jogava para mim?
E o seu relacionamento com o Connor? Estava tão na cara e eu nem se quer pensei na hipótese dos dois juntos.
- E então tudo isso foi um planinho imundo? – perguntei
- Me responda uma coisa – falou Justin – Vocês planejaram separar eu e Kath, mas eu tenho certeza de que sabiam que depois da separação eu não iria ficar com você, Amanda. E muito menos a Katherine com o Connor – ambos assentiram – O que vocês ganharam com isso?
Connor e Amanda riram alto.
- Ai ai – disse Connor – Vocês são tão bobinhos, o que ganhamos Bieber? Pensa um pouquinho... o sofrimentos de ambos. Todos esses anos eu me humilhando para conquistar essa garota ingrata e a Mandy sofrendo com o primeiro lugar que a mesma sempre ocupou
- E por que vocês resolveram nos contar isso? – perguntei interrompendo Connor. Amanda sorriu satisfeita e se levantou, caminhou ate mim e encarou-me de forma superior.
- Por que Katherine, meu maior desejo sempre foi ver esse rostinho cheio de lagrimas – ela falou passando sua mão pelo meu rosto, dei um tapa forte em seu braço e ela apenas riu fraco – É tão ruim quando tem uma vadia atrapalhando seu relacionamento não é mesmo? Sei bem como que é – Amanda olhou para mim e depois para Justin, sorriu de forma retardada e por fim disse – Acho melhor você tomar bastante cuidado com as mulheres que chegarem perto do seu maridinho, Kath, ele perde o controle facilmente.
- Suas palavras não me atingem mais Amanda – falei encarando-a nos olhos – Você pode dizer o quanto quer me ver infeliz, o quanto deseja todo o mal do mundo a mim, mas sabe, eu sei que tudo isso é apenas inveja
- Inveja Katherine? – ela riu tentando esconder o nervosismo – Eu tenho inveja de você?
- Não tente esconder querida – sorri me aproximando dela, Amanda deu um passo para trás -, sempre é mais fácil assumir.
- O que te leva a achar que eu tenho inveja de você Collins? – ela riu debochada e eu apenas sorri
- Vamos lá então: 1- por cinco anos meu sobrenome foi Bieber, eu posso não ter mais ele, mas quem sabe daqui alguns meses eu não volta a ser a tão famosa Senhorita Bieber hum?; 2 – Eu tenho um filho maravilhoso com o homem que você diz ser o amor da sua vida; 3 – Noventa e cinco por cento das fãs do Justin gostam de nós dois juntos e tenho certeza que elas não apoiariam uma mulher que foi o pivô da nossa separação; 4 – Tenho certeza de que você, Amandinha, queria ter sido a melhor amiga do Justin, por que sabia o quanto a nossa amizade valia mais do que qualquer namoro; 5 – Sou eu que acordo todos os dias ao lado dele – apontei para Justin que sorria orgulho -, sou eu que escuto as três palavras que você sempre quis ouvir, sou eu que faço amor com ele – tossi falsamente e sorri mais uma vez ao ver sua expressão furiosa – E finalmente seis, o cara que você diz que esta apaixonada hoje – falei olhando para Connor – Já foi obcecado por mim por muitos e muitos anos, acha mesmo que ele não sente nada por mim? Acha mesmo, Amanda, que não tem alguma coisa mais em todo esse “ódio”? – fiz aspas com o dedo
Amanda engoliu em seco e piscou diversas vezes tentando conter as lagrimas de frustração.
- Você já foi melhor que isso Branwell, se estava na expectativa de eu dar um belo tapa na sua cara, desculpa te decepcionar. Mas sempre achei que a verdade é muito mais cruel.
E então ela saiu sem mais nem menos. E atrás dela saiu Connor, como um cachorrinho.
Filhos de uma puta mal comida.
- Amor? – Justin me chamou e eu o olhei. Ele estava com a boca aberta o que me fez rir – Ai meu Deus você me deixou excitado com essa cena
Revirei os olhos rindo
- Sério Kath, eu... eu, nossa, nunca imaginei te ver tão cheia de si – ele sorriu e os seus olhos brilharam – Posso dizer o quanto eu estou com vontade de arrancar seu vestido e fazer amor com você aqui mesmo? – Justin perguntou sorrindo sedutor e envolvendo minha cintura com seus braços, deixei minhas mãos em seu ombro e dei uma apertada naquela região, antes de dar dois tapinhas leves em seu rosto
- Nop – falei sorrindo cínica – Estamos em local publico, não podemos nos pegar okay? – ri do bico que ele fez e apertei seu nariz – Mas caso você tenha a paciência de esperar ate chegarmos em casa, quem sabe...
Segurei em sua mão e virei-me, conduzindo nós ate a pista de dança.
Meus braços envolveram o pescoço de Justin enquanto os seus envolviam minha cintura, deixando nossos corpos colados se movendo conforme a musica calma que agora tocava.
Escondi meu rosto em seu pescoço e fechei os olhos, deixando-me levar pela sensação boa que eu sentia.
Sabia que assim como Connor, Amanda apenas deu as caras para estragar minha noite. Mas como eu havia falado a ela, as palavras sujas não me atingiam mais, não da forma como me atingia antes.
[...]
- Vamos embora, eu preciso tirar esse salto ur-gen-te-men-te – falei me escorando no ombro de Bieber que riu da minha careta – E não ri beleza? Meus pés estão todos doloridos
- Okay, senhora preciso-pisar-nas-nuvens – Justin revirou os olhos e segurou em minha mão, enquanto me puxava para fora do salão. Acho que meus pais tinham noção de que eu iria embora com Justin, então nem me importei de avisa-los que estaria indo, ate por que eu nem ao menos sabia se eles ainda estavam aqui.
Justin dirigia calmamente pelas ruas de Los Angeles, a caminho da minha casa. Ele bufava a todo instante por conta de não estarmos indo ao seu apartamento ter uma noite só para nós dois. Qual é? Só teria a Naomi em minha casa, qual a diferença?
- O que você esta fazendo? – perguntei quando Justin desviou o caminho, virando bruscamente em uma curva, ele sorriu taradamente e eu arqueei a sobrancelha.
- Vamos animar a nossa noite - deu de ombros
- Que? Do que você esta falando? Justin, pelo amor de Deus, eu estou exausta – exclamei frustrada.
Justin ficou em silencio ate parar em uma fila de carros de uma entrada de um motel de luxo. Arregalei os olhos não acreditando e ele apenas riu fraco com minha reação.
- Amanda disse que eu perco o controle facilmente – ele disse se aproximando de mim, mordeu meu lábio inferior e o puxou para si – Então eu quero ver se isso é verdade. Eu quero que você me faça perder o controle, como nunca fez.
O quarto com pouca iluminação não era tão grande. As paredes pintadas de vermelho vinho deixava o ambiente um pouco mais escuro, mas isso não era problema já que havia velas em cima de um aparador e dos dois criados mudos ao lado da cama redonda, que estava coberta por lençóis de seda vermelha e algumas almofadas em forma de coração.
No teto do quarto, havia um espelho, bem em cima da cama. Eu não era acostumada ir a locais como aquele, mas de uma forma estranha eu senti como se estivesse em casa.
Sentei-me na ponta da cama, aguardando Justin que havia se trancado no banheiro há cerca de cinco minutos, o que ele fazia lá dentro? Eu também queria saber. Suspirei aliviada ao ouvir a porta sendo aberta e de lá, saiu ele, seus cabelos estavam molhados e ele sorria... não pera! Molhados? Justin... ele tinha tomado banho, é isso mesmo?
Senhor, quem ia para um motel tomar banho?
-Por que diabos você esta com o cabelo molhado? – perguntei confusa e ele riu
- Eu estava todo suado poxa – levantei-me da cama e caminhei ate ele, ao estar perto o suficiente de esticar meu braço e toca-lo, puxei-o pela calça fazendo com que nossos corpos se esbarrassem, Justin sorriu mordendo os lábios e eu o encarei seriamente.
- O que adiantou? – perguntei e ele me encarou confuso
- Como assim?
- Não estaremos suados daqui a pouco? – Justin arqueou a sobrancelha tentando esconder o sorriso malicioso que tentava escapar de seus lábios. Dei uma leve mordida em seu queixo e subi prendendo seu lábio inferior entre meus dentes.
Sem esperar o próximo ato vindo de mim, Justin me empurrou contra a parede mais próxima e sua boca se encontrou com o meu ponto fraco. Sugadas e mordidas em meu pescoço faziam com que eu perdesse a sanidade, os murmúrios de satisfação escapavam livremente de meus lábios, sem que eu pudesse se quer pensar em impedi-los.
Suas mãos que antes estavam em minha cintura, apertando ambos os lados, desceram pela lateral do meu corpo e se espalmou em minha bunda segurando minhas nádegas com força. Justin bufou nervoso ao notar que não podia tocar em minha pele e se afastou.
Os olhos dele estavam negros, repletos de desejo.
Justin me olhou com a sobrancelha arqueada e sorriu malicioso ao lembrar-se da abertura que havia em uma das pernas. Sua mão entrou sem vergonha nenhuma ali e seus dedos começaram a dedilhar pela parte de dentro da minha coxa. Suspirei alto ao sentir seu polegar pressionar contra a minha intimidade, que por sua vez, estava encharcada. Eu ficava extremamente nervosa, quando Justin sorria totalmente satisfeito com o seu poder sobre mim, mas naquele momento eu estava pouco me fodendo.
Eu queria mais é que ele me fodesse. Rapidamente e em todas as posições possíveis.
Seu dedo indicador afastou minha calcinha e o dedão voltou ao se trabalho, fazendo movimentos circulares e muito lentos. Arfei quando Justin pressionou seu dedo mais ainda e mordeu meu lábio puxando para si para depois me beijar ferozmente.
- No momento eu estou com ódio desse seu vestido – ele falou enquanto distribuía beijos pelo meu colo
- Tire-o então.
Justin segurou na costura do vestido, onde se iniciava a abertura e a puxou com força, rasgando o vestido no meio. O olhei de boca aperta
- Eu falei para você tira-lo e não RASGA-LO
- Que diferença faz? – Bieber perguntou dando de ombros e terminando de rasgar o vestido, ou o melhor, o trapo que tinha restado.
- Como vou embora agora Justin?
Como se eu não tivesse falado absolutamente nada, Justin apertou meus seios – que já estavam expostos por conta do vestido ter bojo – e massageou sem delicadeza alguma. Toda a raiva que eu sentia foi passando com os movimentos que ele fazia, seu dedão – de ambas as mãos – acariciava meus mamilos os enrijecendo rapidamente.
Comecei a desabotoar sua camisa, a cada botão aberto, Justin sorria extremamente safado, seus olhos brilhando de excitação me fazia ir ao céu e voltar. E cara, ele não precisava fazer nada, apenas me olhar profundamente e eu já me entregava de corpo e alma para ele.
Principalmente de corpo.
Observamos juntos, sua blusa cair no chão e então eu pulei em seu colo, o pegando de surpresa. Justin espalmou suas mãos em minha bunda e caminhou, ás cegas por que nos beijávamos, ate a cama. Meu corpo se chocou com o colchão e ri sem motivo algum.
Justin ficou parado, apenas me olhando nos olhos, enquanto desabotoava seu cinto e tirava sua calça, deixando a mostra sua boxer vermelha e consequentemente o enorme volume que tinha entre suas pernas. Sentei-me na cama e puxei sua gravata – que eu fiz questão de deixa-la em seu pescoço (n/a: imaginem só o Justin apenas de cueca e uma gravata, ai carai) – Justin caiu sobre mim, apoiando-se em seus braços e joelhos. Deslizei minhas mãos pelo seu peitoral e comecei a empurrar sua cueca para baixo, Justin me ajudou e segundos depois aquele pedaço de pano estava no chão.

Justin Bieber P.O.V
Bufei quando Katherine nos virou na cama, tomando o controle. Não bastava tomar o controle, ela tinha que sentar um pouco acima da minha ereção. Era incrível como ela conseguia ser safada e fofa ao mesmo tempo.
Em seus lábios brincavam um sorriso malicioso e eu queria mata-la de prazer por isso.
Ela se curvou para frente e beijou meus lábios lentamente antes começar a descer seus beijos pelo meu peitoral, ela parou ali dando uma leve mordida e continuou ate chegar em minha cintura. Kath acariciou minhas pernas e olhou para mim tentando ocultar em seus olhos a ansiedade de seguir para o próximo ato.
- Vai amorzinho, bate uma pro papai aqui, vai – Katherine riu com minha frase, mas não pensou duas vezes em fazer o que eu pedi. Sua mão macia se fechou contra o meu pau e começou a deslizar vagarosamente me fazendo estremecer, para cima, para baixo, o ritmo aos poucos ia aumentando e da minha boca escapava palavrões e sussurros que nem eu mesmo conseguia entender.
Fechei meus olhos e deixei minha boca aberta em um perfeito O, minha respiração se tornava a cada segundo mais ofegante e eu almejava mais que tudo sentir o toque dos lábios de Katherine naquele bem precioso que eu tinha entre minhas pernas. E como se pudesse ler meus pensamentos, Kath ficou de joelhos entre minhas pernas, colocou todo o cabelo para um lado, segurou meu pênis com uma mão e a outra ficou acariciando minha cintura como se fosse para me provocar, seu corpo então tombou para frente e ela finalmente caiu de boca.
Não impedi, de forma alguma, o gemido alto e rouco sair de minha boca. Eu gostava de mostrar á Katherine o quanto ela me enlouquecia.
Seus lábios macios deslizavam da base e ao chegar no topo, ela passava a língua pela glande a chupando em seguida. Eu sei que essa não é a melhor hora de pensar em você, meu Deus, mas essa mulher não existe.
Definitivamente não.
Apoiei-me na cama com os meus cotovelos e a observei com um sorriso de canto em meus lábios, ela levantou o olhar para mim e riu – detalhe: ela ainda estava pagando um boquete para mim -, mordi os lábios com os olhos fechados e sussurrei;
- Continua linda, continua – Katherine, ainda olhando para mim, voltou a chupar meu pênis, dessa vez com mais vontade que antes, como se já soubesse que eu estava chegando ao meu limite. Kath suspirou sobre meu pau novamente, e eu gemi fraco com a sensação.
Senti meu orgasmo chegar quando ela acariciou minhas bolas com as duas mãos e em seguida apertar suas bochechas interiores sugando meu membro.
- Senhor... – sussurrei com os olhos fechados e tanto os braços como as pernas abertas sobre a cama. Katherine ficou de quatro na cama e caminhou ate mim, seus olhos pousaram em minha boca e eu sorri com isso – Onde você quer que eu coloque minha boca hein? – falei rouco me levantando vagarosamente e empurrando-a para o lado da mesma forma, Kath me olhou séria e arqueou o corpo, embaixo de mim, passando sua mão desde seus seios ate sua intimidade, suspirei observando como ela se tocava sem desviar seus olhos dos meus.
Ela estava me matando completamente.
- Pode deixar que eu faço isso para você – sussurrei mordendo o lóbulo da sua orelha, ela apenas arfou e começou a arranhar minhas costas sem dó alguma.

 Katherine Collins P.O.V
Justin dedilhou seus dedos sobre o vale entre meus seios e me encarou profundamente quando sua mão começou a se aproximar da minha vagina. Arqueei minha sobrancelha como se dissesse “você queria fazer, agora vai enrolar?” e ele me respondeu apenas arqueando a sobrancelha também.
Sua boca tocou o meu seio esquerdo e deu uma mordidinha em meu mamilo mais depois o lambeu, me fazendo suspirar. Sua língua deslizou sobre a minha barriga e eu fechei os olhos quando notei que Justin estava retirando minha calcinha com a boca. Levantei um pouco meu quadril e Justin negou com o dedo, repreendendo meu ato, bufei impaciente e ele riu fraco voltando a sua atenção em tirar aquele pedaço de pano, inútil naquele momento.
Justin ousou se quer me tocar, ele não enrolou como eu imaginava que faria, sua língua quente me penetrou sem preliminar alguma fazendo-me gritar de prazer e respirar ofegantemente.
Tentei fechar minhas pernas, mas Justin as segurou me obrigando a sentir aquilo. Era tanto prazer que eu chegava a não aguentar. Sentia-me uma adolescente tento sua primeira vez, como se eu nunca tivesse sentindo alguém me masturbar ao mesmo tempo que me chupava.
Coloquei uma perna sobre o ombro de Bieber e com ela puxei-o para mais perto de minha intimidade, seu nariz roçou em minha vagina e abri a boca sem deixar nenhum som sair. Coloquei minha outra perna sobre seu ombro, e Justin segurou em minha cintura incentivando-me a erguer o quadril, fazendo isso ele começou a me lamber mais lentamente arrancando-me sons estranhos e sussurros de seu nome.
Ergui mais o meu quadril ao sentir o meu orgasmo chegando e enrosquei meus dedos nos fios dourados daquele homem. Justin sugou meu clitóris e isso bastou para eu gozar deliciosamente. Observei meu reflexo no espelho que havia em cima de nós e sorri retardada ainda atordoada pelo prazer imenso que sentia.
Justin tirou minhas pernas de seus ombros e subiu seu corpo para poder me olhar, sorriu malicioso e beijou meus lábios fazendo-me eu sentir meu próprio gosto. Sua língua brincava selvagemente com a minha e só com isso e suas apertadas em minha bunda, eu sentia que poderia gozar novamente.
Sem esforço algum da parte dele.
Céus, como eu era submissa a aquele homem.
- Vamos para melhor parte agora – ele falou entre os selinhos que eu lhe dava, passei minha língua entre meus lábios e lhe lancei um olhar sensual.
- Tá esperando o que, gatinho? – Justin negou com a cabeça rindo e esticou o braço para o criado-mudo ao nosso lado, revirou a gaveta e quando um barulho de plástico surgiu, nós dois sorrimos juntos. Roubei o pacote de sua mão e abri a embalagem com os dentes, tudo isso sobre o olhar de Justin.
Ele ficou de joelhos na cama e eu me sentei para colocar a camisinha nele. Uma vez prevenido, Justin voltou a se deitar sobre mim, puxou uma perna minha para enlaçar em sua cintura, dobrei a outra deixando nossos corpos mais próximos. Justin sorriu fraco para mim e direcionou seu olhar para seu membro, o segurou levando-o ate a minha entrada e finalmente me penetrando.
Um suspiro de alivio saiu de ambas as bocas e nós dois rimos com isso. Segurei o rosto de Justin com uma mão e o puxei para perto de mim, beijei rapidamente sua boca e assim que senti sua língua pedir passagem, abri mais minha boca deixando-a explorar-me.
Mordi o lábio de Justin com uma força moderada, ao sentir ele tirar seu membro lentamente e em seguida penetrar-me com força, ele fez isso repentinas vezes e em todas eu gemia seu nome, vendo um sorriso aparecer nos lábios do loiro. Fechei meus olhos e deixei-me suspirar o quanto fosse preciso, eu queria que Justin se sentisse o homem mais foda do mundo. O que para mim sempre seria a verdade.
Mais esse ritmo torturante não demorou muito, já que Justin estava cansando. Nos virei na cama e Bieber, de forma desajeitada, se sentou na cama, encostando-se na cabeceira. Ele dobrou as pernas e com isso meu corpo escorregou para frente fazendo ele me penetrar novamente, fechei meus olhos e comecei a pular em seu colo, Justin segurava-me pela cintura e murmurava coisas desconexa porem obscenas para mim.
- Eu tenho... – ele começou tentando controlar os gemidos – medo de... filha da puta, isso Katherine, isso... medo de machucar ela.
- Machucar quem Justin? – perguntei enquanto dava um chupão em seu pescoço, sem dar muita atenção ao que ele falava.
- Nossa filha Katherine, não... mais rápido Collins, isso aí, assim mesmo... não vai machucar a Sophie?
Parei de beijar seu pescoço e o olhei nos olhos, Justin encarou-me com uma expressão de prazer e preocupação o que me fez sorrir. Segurei meus seios e ele abaixou o seus olhos para o meu colo mordendo os lábios com o que eu fazia.
- Acha mesmo que uma coisa tão boa como isso – pulei mais rápido sobre seu membro, fazendo-me urrar de prazer – iria machucar nossa pequena, amor?
Bieber não respondeu, sorriu com os olhos fechados e enrugou a testa quando eu anunciei meu segundo orgasmo. Finquei minhas unhas em seu ombro e pendi minha cabeça para trás, Justin rebolou lentamente embaixo de mim aumentando o prazer.
- Kath? – ele sussurrou enquanto eu ainda continuava a descer e subir lentamente sob seu pau, para ele gozar também
- O que foi? – cerrei meus olhos e Justin respirou fundo
- Fica de quatro – soltei uma risadinha maliciosa e me levantei, um grunhido de reprovação escapou dos lábios do Justin, mas ele sabia muito bem que o que estava para acontecer seria bem melhor, ainda mais por ele não ter chegado em seu orgasmo.
Apoiei-me no colchão com os joelhos e mãos e empinei minha bunda para Justin, que se posicionava logo atrás de mim, ele riu taradamente e deu um tapa em minha nádega esquerda.
Ao sentir Justin me penetrar por trás, soltei um gritinho de dor e mordi meus lábios. Justin se movimentou lentamente e se curvou para cima de mim, apenas para acariciar minha intimidade. Fechei os olhos e com a onda de prazer que agora me invadia, ajudei Bieber com os movimentos, fazendo ele murmurar coisas como “tão apertada!”.
Eu sabia que no dia seguinte iria ficar corada com tudo o que havia acontecido, mas no momento, eu só pensava no quanto eu estava sentindo prazer. Justin distribuiu beijos e mordidas pelas minhas costas e com a mão que estava livre, ele segurou meu cabelo e o puxou fazendo-me ficar de joelho, assim como ele. Bieber me penetrou com mais força e intensificou os movimentos de seus dedos em minha vagina.
Em segundos ele disse;
- Mais um pouquinho e... – ele riu fraco, sobre o meu pescoço e mordeu o lóbulo da minha orelha – Gozei, amor!
Tombamos ao mesmo tempo na cama, ambos com as respirações extremamente ofegantes, sentia-me exausta tanto pela festa como por tudo o que fizemos entre essas quatro paredes. Fechei meu olhos sentindo o sono me dominando, Justin passou seu braço por minha cintura, puxando-me para mais perto. Virei-me para ele e me aconcheguei em seu corpo, sentindo sua pele quente em contato com a minha.
Justin puxou o lençol para nos cobrir e dei um beijo em minha testa, desceu mais um pouquinho e um selinho foi depositado em meus lábios. Sorri fraquinho, por não conseguir fazer outra coisa, e antes de eu me entregar por inteiro ao sono, Justin sussurrou em meu ouvido, de forma lenta e extremamente acanhada;
- Eu amo você, para todo o sempre!

É issoooooooooo ae! Santo Deus me senti escrevendo uma fanfic restrita agora haha 
Bom sorry por, se por acaso, não estar como vocês pensaram, mas foi o que eu consegui fazer. LEMBRANDO QUE: eu não sou experiente nessa área okay? se alguém ai for e tiver algo errado, ignora blz? A MINHA "EXPERIÊNCIA" VEM DE FANFICS, APENAS ISSO HAHAHAHA então... ignorem esse meu último comentário... é!
Eu havia me esquecido que hoje tinha jogo do nosso Brasil amarelo e eu teria postado mais cedo se não fosse por isso mas... como eu sou um torcedora fanática APENAS do Brasil, eu não podia deixar de assistir o jogo, como muuuuitas de vocês :) Mas ta aí o capítulo, como o prometido, espero de core que vocês tenham gostados, pq vou contar deu trabalho hein. Ahhh e uma última coisinha; talvez (talvez viu?)  eu poste essa semana de novo, já eu eu decidi emendar essa semana, minhas férias começava na sexta mesmo, então hoje foi meu último dia. AI os capítulos saíram mais rápidos por conta disso flw?
Respondendo a pergunta de uma leitora anônima: não amore eu não curto TVD, eu comecei a assistir mas foi uma série que não me prendeu, eu assisti apenas três ou quatro capítulos. Eu apenas assisto TEEN WOLF, amo e vivo essa série. E eu tipo, curto muuuuuito o Ian, pq ele é uma baita de um homem gostosão e bonitão haha 
Beijookas e ate a próxima :)
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